domingo, 13 de março de 2016

Pedal Estrada Rio do Julio

Igreja Luterana no Vale das Hortênsias

Estrada Rio do Julio, Vale das Hortênsias ou Pirabeiraba-Schroeder, podem ser tantos apelidos para um trecho que liga a estrada Dona Francisca a cidade de Schroeder em Santa Catarina. Vale das Hortênsias porque o trecho inicial que pertence a cidade de Joinville teve o cuidado de se plantar tais flores junto a casas bem cuidadas. Estrada Rio do Julio porque o rio margeia o lado direito em direção a Schroeder-SC, em todo o percurso, onde há também barragens de PCH-Pequena Central Hidrelétrica Bracinho, pertencente a CELESC.
Esse pedal eu já havia tentado fazê-lo por 03 vezes com outros grupos. A última tentativa foi em 13 de Janeiro desse ano, e as chuvas da semana fizeram desmoronar as laterais da estrada. O que pude ver agora que fiz o passeio é que a estrada recortada ao longo da serra com desnível de 700 metros para Schroeder e o rio beirando favorecem de um jeito ou de outro a interdição após as chuvas.
O que vi também, o trecho bem cuidado ou que tem as flores de hortênsia pertence ao lado de Joinville. Segundo um dos nascidos na região e mountain bike Hélio que nos informou de vários detalhes, a estrada surgiu da necessidade de extração de madeira no passado, sendo alguns trechos trilhas que se tornaram a estrada em meio a montanha. O lado de Joinville foi mais desenvolvido e cuidava até a divisa, e o lado para Schroeder, é o mais acidentado e sujeito aos desmoronamentos em grande parte.
Mas finalmente na semana da comemoração dos meu aniversário, por coincidência me dei o presente do pedal muito esperado, com o Marcos da Roda Livre. Eu havia feito somente um pedal simples, com ele e o Tony da loja Canyon Adventures, para Colônia Faria (entre Campina Grande e Colombo no Paraná).

Fotos do Dia e Link do Roda Livre



Percurso Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Foto do dia. Numa das primeiras fotos se vê o pai Hélio levando a sua filha Suria nas costas, numa cadeira de carregar criança em trilha da Deuter. Detalhe é que ela foi na costas durante o pedal.



sábado, 13 de fevereiro de 2016

Caiaquismo na Baía de Guaratuba-PR

Grupo durante o o retorno do Sítio Sambaqui (foto Kaiak Safari)
"O caiaque nasceu na Groenlândia e existe desde tempos imemoriais, servindo de meio de pesca e trabalho aos esquimós. Caiaque significa na língua local “Barco de Caçador”, e seu uso era permitido exclusivamente aos homens, que empregavam ossos de baleia, peles e tripas de focas para a construção dessa curiosa embarcação." Fonte: Wikepedia (2016)

Eu já fiz alguns eventos relacionados com embarcações, desde o rafting (com vídeo) e até mesmo passeio de canoa canadense na Chapada Diamantina. Mas essa foi a minha primeira vez com registro, que fiz um passeio de caiaque. Tenho um conhecido,o Gianmarco, que me convidou para participar do grupo dele em descidas de corredeiras, mas faltou tempo e coragem.

A Kaiak Safari promove um calendário de atividades de passeio de caiaque a partir da baía de Guaratuba-PR. Essa que que eu fiz teve como destino o Sítio Sambaqui em Cabaraquara, localidade próxima ao ao Iate Clube de Caiobá, na estrada que segue da saída do ferry-boat de travessia Caiobá-Guaratba. O Sítio Sambaqui é um dos restaurantes que servem ostra nativas, criadas no local, num programa de apoio da UFPR. Existem outros restaurantes no local como o Vivere Parvo que é mais requintado, mas todos são muito bons.

Nesse dia do passeio eu eu fiz o contato com a Kaiak e me juntei ao grupo de Joinville-SC, que foi organizado pelo Go Faster do Rogério Martins.  O percurso total foi de quase 12 km sendo que na ida tivemos uma parada na primeira parte para ver como estava o grupo. Depois uma tentativa de atravessar um lado do mangue mas uma lado estava com maré baixa. e saímos pelo outro em direção ao Iate Clube de Caiobá para chegar ao trapiche do restaurante. Embora o restaurante tenha um cardápio variado, para o nosso caso foi servido algumas ostras e macarrão com mariscos e sobremesa de sorvete, um cardápio rápido para o nosso caso. Depois de 2 horas de almoço retornamos. Na ida tivemos apoio de um bote a motor com o João e a Beatriz e nos caiaques com os seus filhos Diego e Mariana.

Fotos do Dia e link  para Kaiak Safari

Caiaquismo em Guaratuba

Trilhado no GPS

Comentários:

Ps 01 - Que engano! Normalmente os grupos são diversos e em relação as dificuldades fico tranquilo porque sempre alguém fica para trás. Dessa vez o grupo era de ex-alunos de Educação Física e pessoal de academia de musculação...advinha quem ficou por último na chegada?

Ps 02 - No relato da Kaiak Safari : "NUNCA ANTES NESSE ROTEIRO........COM UMA CORRENTEZA DE MARÉ "ABSOLUTAMENTE FORA DO NORMAL" A GALERA FOI VALENTE E VENCEU NO BRAÇO. NO RETORNO, ALÉM DA MARÉ, HAVIA MUITO VENTO.
A TRAVESSIA DA BAÍA. COMO DE PRAXE FOI A PARTE MAIS RADICAL."

Haja  força no braço esquerdo de um destro.

Ps 03. - Pela  primeira vez usei o Strava para mostrar o trilhado no GPS. Isso porque comparado ao GPSIES das outras postagens o Strava mostra a velocidade do percurso, que foi pequena.

Ps 04 - Esse foi a primeira publicação com o Flickr. Já anunciado pelo Google a desativação do Picasa a partir de Março/2016 em favor do Google Fotos. Na minha opinião um decisão aos contrários porque os recursos são bem menores que esses aqui no Blogger do próprio Google.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Rota das Cachoeiras de Corupá-SC


Salto Grande - 14. Cachoeira e o final da trilha


Eu creio que se fizerem uma pesquisa aqui no blog com a palavra Santa Catarina aparecerá uma boa  parte do que já escrevi. Os motivos são os mais óbvios desde a proximidade com Curitiba-PR e a maior razão de todas que é o litoral mais extenso para escolhas. Mas pessoalmente, ele tem organização para o turismo, comparando com o Paraná.
Mas é sempre convidativo ir ao estado vizinho, por ser mais organizado sim. Vêem o turismo como rentável, digno de estudos comparativos.
Vou falar aqui sobre um parque que conheci há mais de 20 anos. Era chamado como a Rota das 14 Cachoeiras de Corupá. Lembro no começo que o acesso por estrada rural em meio a plantação de bananas (capital brasileira da banana), ás vezes exigia do veículo, mas já haviam no local o galpão, a lanchonete e o estacionamento. A trilha era de chão batido com algumas placas, algumas travessias eram em pinguelas e troncos de árvore. Mesmo assim, eu já considerava  estruturada. Depois numa segunda ida ao parque que já havia tornado uma estrutura com o nome do proprietário como Parque Emílio Battistella, uma RPPN - Reserva do Particular do Patrimônio Natural, que é uma propriedade de conservação que dá direito aos proprietários a isenção de impostos. Mas nada haver comparado  o caso abandonado do Buraco do Padre-PR
Foram feitos uma casa de portaria de entrada e recepção, com controle de acesso e funcionários, banheiros com chuveiro(até água quente), as trilhas tem deck de madeira e piso de tela, melhor sinalizadas com alguns trechos com guarda-corpo e as travessias de rio com ponte de mola. A lanchonete foi para o lado de fora na estrada de acesso. Claro o acesso é cobrado com o valor de 15 reais, que acho justo por causa do retorno de serviços e da nossa falta de consciência de preservação, onde mesmo cuidada e cobrada precisa da  nossa colaboração.
Bem com tudo isso fica mais fácil de convencer quem nunca esteve nesse local e encarar  uma subida com desnível aproximado de 600 metros e um percurso de 2900 metros (é mais que isso), com desvios para as cachoeiras como pode ser visto no registro com o GPS abaixo.
Foi a primeira vez que a minha noiva Andrea fez tal passeio. Pelo percurso e tempo que levou de ida e volta em 5 horas, que eu diria um tempo de passeio, pois o parque considera 3 a 4 horas.

Fotos do dia


Comentários:

Ps. 01 - Ledo engano quem acredita que vai subir somente 2900 m, quando trilhado deu 4950 m.
Ps. 02 - O que será desse blog com a notícia de desativação do Picasa em favor do Google fotos?
Ps. 03 - Onde está o 13. salto. Eu juro que já fotografei e um dia trago aqui.

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