quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Trilha até a Base das Torres del Paine

Esse dia é o grand finale do circuito W. É o o motivo que leva os turistas para a região. É a última perna do W, a trilha para a base das três Torres del Paine.

Após o café saímos para a trilha em direção ao refúgio chileno. O dia estava ameno de temperatura, tanto que eu saí de bermuda e camiseta, mas com outras roupas na mochila, além do lanche de trilha. Em 2 horas chegamos nesse acampamento.



A Cristina ficou para trás pois ela tentaria ir no máximo. O percurso é só de subida. Mais 01 hora e estávamos na base das Torres del Paine.



Ao chegarmos o vento e a sensação térmica fizeram vestir toda a roupa de frio. A etapa estava cumprida, eu  tentei aproveitar o máximo para fotos enquanto os outros retornavam. Por conta do meu atraso encontrei a Cristina quase chegando no topo e resolvi esperá-la.


Na volta adiantei um pouco da Cristina mas sempre de olho na trilha para trás para ver se estava tudo bem com ela. Desci muito rápido e encontrei o Alan e o Ohno no acampamento chileno, logo 20 minutos Cristina chegou. Continuei descendo e fotografando.

Chegamos na camionete e fui buscá-los no caminho perto do hotel Los Torres. Caregamos tudo e todos e começamos a voltar para Puerto Natales num percurso de 160 km. A idéia era ir a Laguna Azul para fotos com o conjunto das Torres, mas o tempo estava fechado e cancelamos fazendo fotos só da laguna Amarga.

Perto de Puerto Natales recebi a mensagem da Andrea porque não fiz nenhum contato por celular, apesar das mensagens no Facebook.. Em Puerto Natales liguei e expliquei a mancada da TIM sobre o roaming internacional, que a minha irmã resolveu prá mim.

Ficamos em outro hostel de Puerto Natales o Yaganhouse, bem legal, havia até um banheiro com ducha massageadora. Deixamos tudo e seguimos para as ruas tentar algumas compras de lembranças e jantar no mesmo restaurante La Ultima Esperanza. Na volta ao hostel um champanha de comemoração por conta do Abenur.

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Trilhado no GPS.

GPSies - Trilha W - Torres del Paine


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Viagem a Patagônia - Minhas Impressões













segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Los Cuernos até Los Torres

No dia seguinte durante o café da manhã não tínhamos a mesma pressa, pois o percurso seria mais tranquilo apesar dos 13, 30 km mas não teria tantas subidas como no dia anterior, seria no passo de descanso como diria alguns montanhistas.

Pentatônicas no Paine


No café da manhã um pouco de violão e logo saímos para a trilha. O dia estava quente para começar e a maior parte do tempo teríamos a visão do lado direito do lago.


A chegada em Los Torres é bem engaraçada, porque você avista o local e pensa nossa esse é o refugio. Que nada trata-se do hotel Los Torres, porque o refugio está 800 metros mais a frente. Que pena!


E assim chegamos no meio da tarde as 15:40 h. No refugio Los Torres a atendente Barbara só queira falar em inglês comigo, porque segundo ela apesar da proximidade do português com o espanhol era bem difícil para ela. Quando o Alan chegou, ele e o Ohno foram atrás de uma carona para pegar as camionetes e trazê-las para no dia seguinte a tarde voltarmos para Puerto Natales.

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Veja também mais da Viagem a Patagônia.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Pehoe até Los Cuernos

A partir desse post começamos a trilha W. Os próximos 04 dias seria carregar a cargueira por pelo menos 11 km numa travessia até Los Torres.

Refugio Paine Grande (Pehoe) no dia seguinte a saída para Los Cuernos


Saímos cedo com tempo instável, muito vento (sabe um vento?) e a idéia era seguir até o acampamento italiano onde deixaríamos a cargueira e subiríamos até o mirante do acampamento britânico. Nessa etapa estávamos eu, Alan (Sherpa Turismo), Linhares, Ohno e Abenur, logo no começo o Alan resolveu voltar para acompanhar as mulheres, pois o vento era de assustá-las segundo ele.

essa vista nos acompanha até o final do circuito W, no detalhe a vegetação torrada pelo incêndio de 2011


Ao chegar ao acampamento italiano eu já fiz metade do meu lanche de trilha que peguei no refúgio Pehoe, para levar somente água e barra de cereais para a subida.

Os acampamentos desses locais estavam fechados. Essa foi uma providência depois do incêndio de 2011 que interditou o parque bem nessa época em que fomos.

Do refúgio Pehoe até o topo do acampamento britânico foram 13,76 km e do topo do britânico até Los Cuernos foram 10,66 km, ou seja um total de 24,42 km de percurso. Pela primeira vez andei tanto numa trilha.

No mirante do acampamento britânico


Na chegada no refúgio Los Cuernos percebi ele que era menor, tinha muita gente na área do bar e restaurante, mas tudo nesse local era limpo e organizado. Ficamos eu e o Alan no quarto coletivo, e os demais ficaram juntos no mesmo quarto para 07 pessoas. 

Depois do banho e aguardando o jantar encontrei 03 rapazes da cidade de Pitanga e 02 de Curitiba, o diretor da COPEL em que trabalho, Jorge Andrigueto e seu filho. Ficamos batendo papo até o bar nos convidar a sair pelo horário. Foi um papo bem instrutivo.

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sábado, 26 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Puerto Natales até o Refúgio Pehoe

Amanheceu bem bonito em Puerto Natales e o café da manhã do hostel Kaweskar de todos foi o melhor. Aliás no Chile desde a imigração,  na sequência no hostel com o Omar cumprimentando a todos e a esposa nos atendendo bem senti a cordialidade, é outro país mesmo.


Nossa saída estava programada para as 08:30 h pois passaríamos no caminho na caverna do Milodon.


Essa visita custa em torno de 20 reais, mas não fiz porque já tinha informações de outros amigos que a visitaram.

Seguimos então para o local de saída do catamarã que leva até o outro lado do lago para o refúgio Pehoe. Deveríamos estar lá as 17:30 h, mas antes iríamos até próxima da cachoeira e mirantes para Los Cuernos.



No caminho do mirante da cachoeira Salto Grande, "sabe um vento?" para quem não foi lá creio que não saiba. Um vento que pode te derrubar. Até soubemos que dias atrás um ônibus tombou na estrada por causa desse vento.


Perto do horário retornamos para o pier de saída do catamarã para retirar as mochilas e deixar os carros que ficariam 04 dias nos aguardando.

azul no topo a direita é a minha

Na travessia ainda pode-se aproveitar o percurso na parte de cima do catamarã até a chegada ao refugio Pehoe. Haviam muitos italianos no catamarã, aliás desde o vôo para El Calafate encontramos vários.

No refugio nos cadastramos e começamos a nos ajeitar. Os quartos são coletivos e encontramos um casal senil canadense. Nos perguntaram se visitaríamos o glaciar Grey que é uma das pernas do circuito W, mas disse que já havíamos feito algo  parecido no glaciar Perito Moreno e seguiríamos no dia seguinte em direção a Los Cuernos. Confesso que gostaria, mas precisaria programar mais um dia para esse percurso de ida e volta.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - 3. Etapa -Puerto Natales - Chile


O algo a mais dessa viagem foi ir ao Chile pela primeira vez e bem ao sul, onde eles chamam de sub-antártica.

Começamos com a despedida de El Chalten na Argentina com um percurso de quase 460 km até Puerto Natales. 

As estradas na patagônia argentina são boas, permite um bom desenvolvimento de viagem. Dirigi a metade desse percurso. Fomos até a localidade de Esperanza onde fizemos um lanche num trevo da rodovia.

Depois abastecimento em Rio Turbio na Argentina, no começo da noite, isso porque anoitece as 21:15 h nessa região e nós estávamos cruzando a fronteira. A aduana chilena em Dorotea é bem rigorosa, mas nada que assuste.



Ao chegar em Puerto Natales nos deparamos com mais frio e  também com o sinal de celular que passou a funcionar depois que a minha irmã intercedeu por mim em Curitiba. Mas não deu tempo para muito pois já era tarde da noite.

Nos estabelecemos no hostel Kaweskar e saimos pelas ruas para saque de pesos chilenos até o restaurante Última Esperanza. No restaurante pedimos variedades de peixes e a centolla quente e fria. Que decepção não era a centolla inteira que teria que ser num bar no happy-hour. Foi um escondidinho de centolla. Mas a grande surpresa foi a sugestão da Cristina, um vinho branco Undurraga Riesling, muito bom por sinal e barato no mercado se pudesse levar no peso do vôo argentino, que arrependimento.



Depois de umas fotos da noite de lua cheia, dormir que no dai seguinte, chão e travessia para o circuito W das Torres del Paine.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - 2. Etapa El Chalten

1. Dia em El Chalten

Na noite anterior em El Calafate a Cristina recebeu uma dica de quando chegássemos a El Chalten, fossemos ao Lago Desierto.

Durante a viagem cruzamos por alguns ciclo viajantes e suas bicicletas com alforjes. Pedalar contra o vento daquela região é um esforço e tanto como foi relatado no blog do Mildo no começo de 2012.

Ficamos no hostel internacional Rancho Grande o primeiro e único HI que ficaríamos. Saímos logo em seguida para um percurso de 30 km em estrada de chão até o lago Desierto.


Na volta jantamos no hostel que tem um bar e restaurante bem grande. No cardápio, sopa de abóbora, cozido de cordeiro e resignações de vinho por causa do dia seguinte de muita esforço.



Trilhado no GPS

GPSies - Lago Desierto - El Chalten


2. Dia em El Chalten - Base do Monte Fitz Roy

Dia seguinte um desayuno típico e 08:00 horas tínhamos que pegar o ônibus que levaria até o começo da trilha que seguiríamos para a base e lago do monte Fitz Roy.

Logo que chegamos fizemos uma foto no portal e seguimos. Ao longo do caminho alguns ficaram para trás, isso já seria um teste para o fim de semana mais intenso.



A trilha depois do rio é bem ingreme e nela você não vê ainda o que lhe espera.



No retorno a volta a partir do rio é outra trilha para retornar até a cidade num declive leve com a vista para o vale e a cidade.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - 1. Etapa El Calafate

1. Dia em El Calafate.

A van veio nos buscar cedo para o vôo para El Calafate com escala em Trelew. A cidade de Trelew está quase no mesma direção de El Calafate mas do outro lado do mapa da Argentina, ou seja uma no leste e outra no oeste. Assim o vôo demorou 03 horas. A aterissagem e decolagem em Trelew tem muita corrente de vento e o piloto desce e sobe como se pilotasse um avião militar de manobra evasiva principalmente na decolagem.

Chegando em El Calafate aguardamos o Abenur e o Alan buscar as camionetes alugadas para a tão esperada viagem. El Calafate estava mais quente que o esperado e parte da roupa que veio na mochila.

Do aeroporto fomos ao hostel Point e depois saímos para o museo de hielo e não fomos ao bar de hielo porque eram 20 horas e o bar fechou as 19:30 h, quem saberia na volta ( o que não aconteceu por causa dos 40 dólares por 20 minutos de visitação).

em frente ao museo de hielo
Na volta um passeio pela principal avenida e um jantar com o cordeiro patagônio.

2. Dia em El Calafate

O segundo dia seria de visita ao Glaciar Perito Moreno, o maior da patagônia  e onde os glaciares crescem ao contrário dos demais do mundo.



Viagem de carro de 60 km, e chegamos embaixo de uma garoa para percorrer a trilha do Perito Moreno. Começamos de baixo para cima para se livrar do tumulto de pegar o transfer até o começo por cima. Convenhamos que debaixo para cima não é para qualquer um porque a trilha tem 4 km no total, e sobe muitas escadas, mas ganha-se oportunidade com isso.


Ficamos até 13:30 h para seguir do pier que nos levaria pro outro lado onde faríamos o mini-trekking. O mini tem duração de 1:30 hora. começamos as 15:00 h depois de colocar os grampons e um treinamento. Eu, Ohno e Cristina bem que tentamos entrar num outro grupo que segui bem mais alto e longe, mas no meio do caminho acabou dividindo novamente.



Ao final retornamos para El Calafate para o jantar cordero patagônio. A partir dessa noite a viagem seria bem diferente e para mim um exercicío de tolerância.

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Trilhado no GPS

GPSies - Mini-trekking Glaciar Perito Moreno

Veja também mais da Viagem a Patagônia.

Viagem a Patagônia - Minhas Impressões

domingo, 20 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia Argentina e Chilena


Depois de um longo tempo eu voltei a escrever aqui. A última página foi em Outubro de 2012 e foi sobre Tibagi. Desde dessa época algumas saídas aconteceram como a ida ao morro Tucum e Camapuã, mas a neblina forte não permitiram boas fotos. Aliás o tempo ruim foi o que mais atrapalhou no período.

Mas esse retorno estava sendo muito esperado por esse que lhe escreve. A viagem a patagônia argentina e chilena. Essa viagem mais ou menos começou depois da Chapada Diamantina. Me perguntaram qual seria a próxima aventura, e eu pensava em algo fora do país.

Nas próximas páginas um pouco do relato do que foi a viagem, isso porque tem muita informação na internet e que acaba-se sendo repetitivo.

01. Parte - Curitiba a Buenos Aires.

Até Outubro de 2012 eu estava procurando interessados para fazer uma viagem até El Calafate e El Chalten. Foi quando o Alan da Sherpa Turismo propôs algo maior. El Calafate (Perito Moreno), El Chalten (Monte Fitz Roy) e circuito W em Torres del Paine.

O Alan já havia feito essa viagem por 03 vezes e conhecia razoavelmente.

Saímos no dia 19/01 as 07 horas da manhã de Curitiba rumo a Porto Alegre para um vôo da Gol e depois  as 14 horas para Buenos Aires.

Como chegamos as 08:30 h em POA resolvemos pegar um trem até o mercado municipal. Lá demos uma volta, comemos pastel e depois os doces famosos de Pelotas.

Da esq. para direita Abenur, Andreia, Linhares Lucas, Maumau e Alan no pastel do mercado municipal de POA


Retornamos ao aeroporto e um novo despacho de mochila agora pelas Aerolíneas Argentina. Chegando em Buenos Aires, câmbio de dólar por pesos argentinos e embarcamos na van contratada para translado até o hostel Porta del Sul, no centro de Buenos Aires, bem próximo a Av de Mayo do Café Tortoni.

Deixamos as malas no hostel e saímos para uma parrilha no restaurante Los Desniveis próxima a plaza 25 de Mayo. Na mesma rua da feira de Santelmo a rua Defensa.

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Dia Seguinte Volta Turística por Conta do Viajante em Buenos Aires.

Pela manhã de domingo após o café típico argentino com media lunas, torrada, um pãozinho, doces e frutas, nós estávamos prontos para uma volta na cidade. Parte do grupo saiu para o Zoo Lujan, famoso por deixar os visitantes chegarem perto do tigre por exemplo. Eu e o viajante Arnaldo Ohno seguimos para a Casa Rosada num passeio aleatório.



Lá fizemos várias fotos na praça e entramos até uma parte no palácio. Depois resolvemos sair pela rua lateral esquerda para ir até o museo Fragata em Puerto Madero. No caminho um casal típico latino tirando fotos e derrepente nos avisaram que estávamos sujos com cocô de pombo. O tal golpe para limpar a pessoa inclusive os bolsos. Desconfiei na hora e o cheiro era desagradável, mas lembrava a parrilha da noite anterior, segundo o viajante Ohno. Quando seguimos em direção a Madero um carro parou e avisou que ali era uma região de muito assalto. Bem demos meia volta até a frente do palácio. Confesso que essas confusões quebraram um pouco o ritmo. Pois precisava limpar  aquela sujeira daquele mingau e pensar em novos lugares. Bem seguimos então pela avenida Corrientes que é a dos teatros portenhos e fomos até o obelisco da Av. 09 de Julho. Antes passamos num Mc Donalds para se lavar mais uma vez do cheiro parrilento impregnado.

Depois do obelisco fomos até o congresso nacional e retornamos até a feira de San Telmo para comprar um plugue adaptador de tomada que precisaríamos.

De lá pegamos um táxi para o Caminito. A idéia era encontrar o pessoal que foi ao zoo para o almoço. Lá demos uma volta fotografando e visitando algumas lojas de turistas na tentativa de encontrar o pessoal, Já eram 15 horas e resolvemos almoçar. Afinal de contas o zoo de Lujan é tão longe que o pessoal não apareceria. De lá pegamos outro táxi e fomos para Recoleta. Antes passamos na Flor de Aço e depois atravessamos a avenida para o cemitério famoso.

Universidade de Direito e no canto esquerdo a Flor de Aço.

No local tinha uma feira de artesanato na calçada de acesso, um espaço cultural de ciência. Depois entramos no cemitério para uma volta, claro que passando pelo mausoléu da Eva Perón. O cemitério fechara as 18:30 h e estávamos saindo de lá para Puerto Madero.

Resolvemos pegar um ônibus, que para pagar precisaria agora de um cartão recarregável, custaria 6 pesos a passagem de duas pessoas mas não aceitavam dinheiro. O motorista acabou nos dando uma carona, afinal eram 4,0 km no GPS. Descemos no começo de Puerto Madero. Uma caminhada e logo pegamos o sinal do talk-about do Alan. Eles estavam na puente de la Mujer. Então todos se encontraram e paramos no bar Fragata bem perto do museu de mesmo nome, para um chope torre de 3 litros.
Dali fomos a uma lanchonete e padaria para um lanche.

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