sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cascading Salto Canta Galo


As pessoas conhecem a cidade de Morretes-PR por causa dos acessos ao litoral pela BR-277 e a Estrada da Graciosa do tempo do Brasil Império. Então toda a cidade, que tem um prato típico paranaense que é o Barreado, se concentra nas margens do rio Nhundiaquara por causa dos restaurantes.

Para quem desce ao litoral pela BR 277, na margem direita existe a estrada da Limeira que liga a Guaruva-SC e BR-376. Passando pela região da serra do Prata onde existem diversos rios e cachoeiras.
Foi num desses rios que subimos o seu curso até chegar ao salto Canta Galo num percurso de 1,7 km cruzando o rio várias vezes e andando sobre as pedras.


O salto Canta Galo possui 80 metros de desnível. Fomos guiados pelo Marcyo da Paraná Expedições que montou lá no topo a ancoragem de cordas para a descida de rapel na cachoeira ou cascading.
Foi um dia de sol onde foi testada a coragem e aproveitado a oportunidade desse esporte radical.


Trilhado no GPS


Comentários:

Ps 01. Levamos 02 horas para chegar na trilha da cachoeira porque a descida para o litoral no feriado da Proclamação da República teve o congestionamento típico em Morretes por causa da recuperação de uma das pontes da BR-277.

Ps 02. Nas  fotos aparecem o Antonio e  a Geni que conheço de outras aventuras e que para mim são o exemplo de casal que tiram proveito desses eventos e são harmoniosos.

Ps 03. Já havia feito rapel em Bonito no Abismo de Anhumas e em Prudentópolis na RPPN Ninho do Corvo.

Ps 04. Trilha pelo leito de rio com 1,7 km, tempo de 1:33 h e desnível de 170 metros.

Ps 05. Uma vista muito boa para a serra da Prata.

sábado, 31 de agosto de 2013

Caminho do Itupava em 2013


No começo em Quatro Barras

Essa foi minha terceira vez, e a segunda que organizo e conduzo um grupo. Tudo pelo simples prazer de compartilhar a história que procurei na biblioteca como um relato da história do caminho e a história da passagem do Cadeado, perto do santuário da ferrovia.

Esse passeio tava programado desde junho, mas o tempo chuvoso não permitiu, e assim programei a 01 mês atrás para o final de agosto, torcendo pelo tempo bom.

E o tempo ajudou. Ajudou também a presença dos meus amigos do trabalho Edvilson e a esposa Cleonice, Flávio e a esposa Glaucia e o Marcos Scremin. Ajudou a amiga Karina que fez um treino para o Vale do Pati (boa sorte lá!) e que trouxe pessoas engraçadas, fotógrafos que proporcionaram um dia muito bacana.

No final em Porto de Cima, Morretes-PR

Fotos

Trilhado no GPS



Comentários

Ps 01. Não foi o meu caso, mas a música "se meus joelhos não doecem mais..."

Ps 02. Pela segunda vez os  macacos (na copa das árvores) resolveram aparecer.

Ps 03. Números: tempo de deslocamento 5:18:40 h de deslocamento num total de 8:31:20 h, para 18,6 km de percurso.

sábado, 24 de agosto de 2013

Pedalada da Estrada da Faxina

Largada com neblina


Embora tenha ido pedalar várias vezes para São Luiz do Purunã, uma localidade da cidade de Balsa Nova-PR, ainda não conhecia a estrada da Faxina.

Quando ouvia falar dessa estrada, as pessoas pareciam incomodadas talvez pela dificuldade que passaram. Talvez por ser um vale na margem direita da BR-277 sentido Ponta Grossa-PR ou talvez por terem feito percursos pesados como a chegada pela Itambé desde de Curitiba, que é só subida.

Dessa vez fiz essa pedalada, depois de ter adiado em 04 de Agosto. A organização foi com a Bike Ativa saindo da estrada de acesso a sede do Talia, do outro lado da rodovia, como se pode ver abaixo no trilhado no GPS.

A estrada da Faxina sai depois do portal de S.L do Purunã e vai até a estrada de concfreto da Itambé que liga a jazida da mesma são aproximadamente 10 km de percurso.

Fotos do dia.



Trilhado no GPS




Comentários

Ps 01. "Faxina", embora lembre a limpeza de algum lugar e muito apropriado para o momento, quer dizer um local de árvores com tronco estreito, típico do vale onde a estrada se encontra.

Ps 02. A previsão do tempo foi confiável.

sábado, 8 de junho de 2013

Mais um Marumbinista!

"Aquele que hoje escala o Marumbi pode não dar conta de sua vasta história, mas é preciso pensar na saga de homens que com muita garra e esportividade abriu caminhos, transformando esta serra em algo mais que uma série de majestosos picos, num conjunto de montanhas acessíveis a todos os que, como eles, têm a satisfação de atingir seus imponentes cumes..."
Nelson  Luis Penteado  Alves, no livro As Montanhas do Marumbi. 



Demorou mas aconteceu! Nesse dia eu me tornei mais um marumbinista. Já haviam passado tantas oportunidades. Desde o tempo em que não havia IAP e as pessoas deixavam o carro perto da usina Marumbi, porque não conseguiam chegar na estação Eng. Lange sem um 4x4. E outras, como estar fora do país bem no convite. Sem contar aqueles convites com o céu desfavorável.


Avistando o grupo que foi até o Abrolhos

Mas foi nesse fim de semana. Não da forma que eu gostaria com mais pessoas, porque todos os demais  subiram o Abrolhos. Foi praticamente uma trilha solitária, começando pela Noroeste, chegando a Pedra do Tigre, Gigante e finalmente Olimpo. 

Durante todo percurso lembrei do livro do Farofa (Nelson Penteado), um registro impressionante da história, e lembrei que no ano passado a equipe do Zona de Impacto (que sofreram) foi lá encima fazer uma reportagem com o Vitamina e o Kiko (IAP) sobre a Semana do Montanhismo no Brasil (sic 100 anos).

Bem  a sensação foi de um sonho realizado, de ter confirmado a impressão daquele garoto de 11 anos que ao viajar de trem pela 1. vez e ao olhar a montanha lá da estação ficar admirado com o tamanho. Depois de muito tempo a confirmação de toda a grandiosidade. Um local que nos privelegia, com acessos das mais diversas formas, pela trilha do Itupava, de trem pela serra, carro 4x4 ou a pé desde a estrada das Prainhas (Porto de Cima).


Comentários:

Ps 01. Confesso que passados 06 meses da ida a Patagônia achei que toda a resistência física de lá, com referência a uma das trilhas de 24 km, eu achei que fazer o Marumbi da forma mencionada seria suportável. Mas o despreparo me mostrou cãibras pouco antes de chegar no ponto mais alto, o Olimpo. Cada montanha tem história e dificuldades únicas.

Ps 02. Na volta pela trilha Frontal acabei descendo um lance de escada (grampos) tão grande. Depois entendi no vídeo quando o Vitamina disse "agora que a porca vai torcer o rabo, vai ver porque esporte é adrenalina".

Ps 03. Valeu cantarolar algo nessa descida como se fosse um mantra espanta medo.

Ps 04. A minha volta demorou mais que esperado pela cãibras. A entrada na noite pouco antes da cachoeira do marumbinista apesar da lanterna, foi tenso. A sinalização lá estava sutil.

Ps 05. O GPS perdeu o sinal em vários pontos no começo depois do Abrolhos causando uma falha de registro, e na descida também. Mas as trilhas são bem sinalizadas, o GPS foi mais para registrar desempenho.

Ps 06. Subida pela trilha Noroeste foram 4:30 horas e a descida 04:00 h pela Frontal. A descida demorou mais que o programado que seria de 03 a 03:30 h, tudo por motivos de fadiga.

Ps 07. Tempos de percurso: 
           Subida pela trilha Noroeste 4:30 h
           Pausa: 1:00 h
           Descida pela trilha Branca 4:00 h (normalmente em 3:00 h)

           Saída da estação Marumbi as 09:30 h e retorno as 19:00 h. 

Ps 08.  Alguns comentários de que as montanhas do Marumbi requerem respeito apesar das facilidades dos meios de acesso.


Trilhado no GPS

Monte Olimpo (subida)



Monte Olimpo (descida)

domingo, 28 de abril de 2013

Buraco do Padre em 2013



O Buraco do Padre já aqui comentado em outras postagens é uma das jóias da natureza dos Campos Gerais. Depois que conheci a Chapada Diamantina-BA, quando olho esse monumento da natureza me vêem flashes de lá. 

Não temos o mesmo cuidado e não damos a mesma importância a esse local. Talvez, porque não é um parque, mas mesmo um parque na Bahia tem muitos problemas. Um exemplo que me impressionou  recentemente foi o parque Torres Del Paine, por conta de todo o cuidado e aproveitamento turístico e claro que lá o dinheiro faz a diferença.. 

Talvez seja repetitivo aqui, mas é que os campos gerais tem muita natureza de potencial turístico, mas falta algo que não sei se é interesse da comunidade, governo ou cultura.

Desde de julho de 2012 o Buraco do Padre  foi interditado para melhorias com a promessa da liberação em dezembro do mesmo ano. Talvez por lidar com o meio ambiente o proprietário teve problemas. Mas as pessoas continuam indo. A situação não mudou, ou até piorou. Onde tinha um acesso, ele foi bloqueado, mas outro ao lado foi feito sem muito cuidado e logo alguém vai entrar de carro e não vai poder sair, se não for um 4x4. 

Mas pelo menos dessa vez pela dificuldade de ir até lá e pelo aviso de interditado não vi muito lixo, que foi um ganho para o local que tinham muitos órfãos dos verdadeiros lixeiros, porque quem limpa não é lixeiro como dizia a minha vó.

Foi bom rever um local que não me canso e que recuperou-se de um incêndio desde a última vez que estive lá, apesar de interditado indefinidamente.



Comentários:

Ps 01. Uma mudança que notei foi a retirada da cerca que havia próximo da área de estacionamento. Uma nova cerca com quebra corpo foi instalada mais a frente onde começa a trilha sob as árvores.

Ps 02. Capão da Onça e canion São Jorge são os proximos destinos na região ainda esse ano.

sábado, 6 de abril de 2013

Volta em Antonio Olinto-PR via Parque Sawe.

É muito comum a presença religiosa católica na região, tendo a  principal atração a igreja ucraniana Imaculada Conceição de Nossa Senhora

Antonio Olinto é uma cidade rural de colonização polonesa e ucraniana, que fica a 140 km de Curitiba, próximo a cidade de São Mateus do Sul.  Por coincidência é o nome de um cicloturista que já fez e escreveu os guias de cicloturismo no Brasil o próprio Antonio Olinto. Eu mesmo já fui numa palestra dele em Curitiba e o encontrei na colônia Witmarsum, quando ele fazia prospecção para um novo guia no Paraná.

Mas voltando a cidade de Antonio Olinto, eu estive lá na ocasião em que a minha namorada da época Andrea Sidyr dava aula de dança folclórica ucraniana para os jovens (Jettiá) da cidade por causa do Festival Nacional de Danças Ucranianas. Assim para passar uma tarde, eu resolvi fazer uma pedalada de 40 km. Essa volta foi planejada no Bikemap. Eu tomei conhecimento desse site para planejar rotas através do Carlos Augusto, que também já planejou vários roteiros. Até pensei que ele já havia feito esses roteiros.

O planejamento é simples,  você visualiza as estradas por um mapa do Google Satélite e traça a rota que deseja realizar com a altimetria prevista. Depois baixa num GPS ou imprime os mapas do percurso. Eu montei 03 opções. Uma que seguiria para leste de 30 km, outra de 20 km de norte a sul chegando próximo ao Rio Negro (Divisa do Paraná - Santa Catarina) e outra única que disponibilizei aqui.

Os dados estão no GPSIES que aparecem aqui e também no Bikemap.



A idéia do percurso foram as estradas rurais passando pelo parque aquático Sawe retornando pela BR-476 e rodovia de acesso a cidade



Comentários:

Ps 01. Quando lembrei da pessoa do Antonio Olinto, lembrei também que no Paraná o cicloturismo não existe, apesar do guia que ele fez. Porque quando comparamos com o estado de Santa Catarina que tem 04 rotas de cicloturismo muito bem elaboradas e visitadas, é de dar uma inveja boa. E olha que o estado do Paraná é mais rico que o vizinho e ao mesmo tempo pobre em aproveitar as oportunidades turísticas. Por exemplo a rota dos tropeiros não poderia ser um cicloturismo?

Ps 02. Não visitei a igreja ucraniana da cidade, tombada pelo patrimônio estadual, porque errei o caminho e não tinha mais tempo de desviar o objetivo do percurso. Ficou para uma próxima planejada. 

Ps 03. Depois que saí do parque Sawe tinha como objetivo andar um pouco pela BR-476 e então desviar por uma estrada paralela. Bem, essa estrada foi parecendo de pouco uso,  mais a frente passei por duas porteiras. Depois não tinha continuidade ao terminar numa estrada transversal. Já era noite e ao optar por sair a direita acabei andando mais que o previsto fora da rota do GPS. Essa saída da BR-476 não foi uma boa!

Ps04. Aliás, atravessar porteira sem ter a certeza do que há na passagem como por exemplo cachorros  e boi é muito arriscado.

Ps 05. A altimetria do percurso planejado no Bikemap não é transferida para o GPS.

Ps 06. Antonio Olinto é em homenagem ao ministro da época da vinda dos imigrantes para a região e também é o nome de um escritor, veja a página da Academia Brasileira de Letras

Ps 05. Olhando depois na opção de mapa Openstreetmap do GPSIES acima andei mais no município de São Mateus do Sul do que no de Antonio Olinto. 

Ps 06. Passado um tempo realizei um novo percurso na região pelo mesmo motivo descrito acima e fiz as fotos da igreja ucraniana Imaculada Conceição de Nossa Senhora.

domingo, 10 de março de 2013

Último Pedal dos 42


Um dos meus prazeres é pedalar. Já fiz pedalada de viagem no Circuito Vale Europeu com o Sherpa Turismo, pedalada organizada pela BikeSul, BikeAtiva e Natureza Ar Livre do Heron, pedalada de férias, descida da serra do mar,  competi pedalando no Crossduatlhon Naventura e rally e caça ao tesouro no Atravecity.

Essa história de pedaladas começou no ano de 2007 no BikeNight que saía do Largo da Ordem hoje Pedala Curitiba. Desse passeio fiz vários amigos que me incluíram no Lavailama, um grupo que se encontra no Alto da XV. Desse grupo nasceram várias amizades, muito importantes para mim como a Ju, Liz, Ferna, Sandra, Fabi, Noguemar, Carmem, Augusto, Oscar, Mildo e outros que volta e meia aparecem. A única coisa que lamento é não morar na redondeza, o que diminui as minhas saídas com eles, perco a hora do encontro por ter que sair mais cedo.

Nesta postagem eu publico as fotos e o percurso que fizemos no fim de semana num total de 74 km, com a saída da rua Augusto Stresser no Hugo Lange e seguindo para São José dos Pinhais - colônias Marcelino e Muricy. Bem, o meu registro foi a partir de casa e com retorno separado.



Registrado no GPS



sábado, 9 de fevereiro de 2013

Viagem a Patagônia - Minhas Impressões

Nessa página escrevo os comentários da viagem a Patagônia a medida que vou lembrando de algo curioso e interessante que vi, ouvi e senti. Ás vezes é o que mais interessa para quem procura informação.


Na estrada para El Chalten-ARG


Ps 01 - Essa viagem foi bem mais além de quando eu procurava informações em Junho de 2012 para ir até El Chalten graças ao Alan da Sherpa Turismo.

Ps 02- Nem o vôo da Gol e nem a saída de CTBA é tão internacional até a conexão em POA.

Ps 03 - Na chegada ao Aeroparque, troca de dólares por pesos e serviço de van de primeira.

Ps 04 - Hostel Portal del Sur só prá quebrar o galho, mas fica perto do Café Tortoni.

Ps 05 - Perto da Casa Rosada também.

Ps 06 - A primeira parrilha a gente nunca esquece, principalmente dos miúdos e morcilla assados.

Ps 07 - Arredores da Casa Rosada sujeito a assaltos e que tivemos que evitar. E o tal golpe do cocô de paloma, com jatos de mingau de farinha, aplicado pelos imigrantes na região.

Ps 08 - Presença de batuque de samba, por conta dos uruguaios no El Caminito por causa da programação cultural de BsAs.

Ps 09 - Vende-se plugues adaptadores de tomada na feira de San Telmo.

Ps 10 - Janeiro muito quente em BsAs.

Ps 11 - Recoleta e suas atrações, eu recomendo muito. Quero ficar por lá na próxima viagem cultural.

Ps 12 - Muitos italianos no vôo para El Calafate.

Ps 3 - Conexão em Trelew com emoção, devido aos ventos na aterrissagem, e decolagem evasiva.

Ps 14 - Sabe um vento? Sensação a partir de El Calafate.

Ps 15 -  Alugar camionetes é muito bom para viajar.

Ps 16 - A Ranger foi soltando as tampas do painel ao longo da viagem.

Ps 17 - O visual do Fitz Roy foi o destaque das fotos.

Ps 18 - Loja Arte Indio é uma boa dica em El Calafate.

Ps 19 - El Chalten parece que foi construída na semana passada.

Ps 20- HI Rancho Grande é uma boa opção.

Ps 21- Vá conhecer a região do lago Desierto em El Chalten, na dica da vendedora da loja Arte Indio de El Calafate.

Ps 22 - Muitos mochileiros em El Chalten.

Ps 23 -  Sorvete de calafate.

Ps 24 - Longo percurso de El Chalten até Puerto Natales.

Ps 25 - Parada no caminho em Esperanza depois de El Calafate.

Ps 26 - A cordialidade chilena me chamou a atenção.

Ps 27 - Centolla inteira, em Puerto Natalles, só em bares.

Ps 28 - Me disseram prá não entrar na cave do Milodon e dito e feito.

Ps 29 - Sabe um vento? Aguardando o catamarã perto do Salto Grande.

Ps 30 - Refúgios muito legais na trilha W.

Ps 32 - Sabe um vento? Na trilha e até Los Cuernos.

Ps 33 - Engano engraçado em qual o refugio na chegada em Los Torres.

Ps 34 - 13 kg de cargueira nos percursos por baixo e nas subidas ao topo somente mochila de ataque como no Fitz Roy, acampamento britânico, e trilha para as Torres del Paine.

Ps 35 -  No mini-trekking no Glaciar Perito Moreno o que limita o percurso é o perfil do grupo.

Ps 36 - É muito bom ter alguém para retornar.

Ps 37 - Não deixe que o mal humor, os equívocos e a baixa-estima de outras pessoas lhe atrapalhem.

Ps 38 -  Na estrada de El Chalten para El Calafate tem uma parada que fizemos que é o Parador Y Hotel de Campo La Leona. Vou lhe dar uma dica para ler a história desse local "Raindrops Keep Falling On My Head..."

Ps 39 -  Esta viagem contou com a consulta aos blogues dos parceiros:
Ps 40 - Toda a viagem pelo mundo pode ser grande, pela distância ou pelo tempo de deslocamento, às vezes há entre elas a grande viagem!

Ps 41 -  O Refugio Pehoe mudou de nome para Paine Grande.

Ps 42 - As nuvens são únicas na região de Torres del Paine.

Ps 43 - Distâncias percorridas nessa viagems:

  •  Avião - 6942 km
  • Carro - 1192 km
  • Trilha a pé - 79,24 km (registrados no GPS)

Ps 44 - Se você perceber uma alergia no corpo são os percevejos minúsculos que lhe atacaram na cama do refugio em Torres del Paine. Não foi o meu caso mas de outros companheiros, talvez porque usei segunda pele para dormir. Por serem minúsculos são imperceptiveis e só aparecem a noite por causa do calor do corpo. 

Ps 45 -  "Tempano"  é o nome do bloco de gelo que flutua perto do glaciar.

Ps 46 - Kaweskar é o nome do hostel em Puerto Natales-CHL que também é o nome da tribo indigena que vivia na região. 

Ps 47 - O nome "Paine" tem origem na expressão indígena tehuelche, que é "azul” pela característica da região que tem lagos, bosques e pedras na cor predomintante. (fonte Patagônia-Argentina.com

Ps 48 - Achei esse guia em português Guia Brasileiros em Torres del Paine.

Ps n+01. E como os erros de português se criam e aparecem aqui ao longo do tempo cada vez que olho para uma postagem.

Posts relacionados:

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Trilha até a Base das Torres del Paine
Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Los Cuernos até Los Torres

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Trilha até a Base das Torres del Paine

Esse dia é o grand finale do circuito W. É o o motivo que leva os turistas para a região. É a última perna do W, a trilha para a base das três Torres del Paine.

Após o café saímos para a trilha em direção ao refúgio chileno. O dia estava ameno de temperatura, tanto que eu saí de bermuda e camiseta, mas com outras roupas na mochila, além do lanche de trilha. Em 2 horas chegamos nesse acampamento.



A Cristina ficou para trás pois ela tentaria ir no máximo. O percurso é só de subida. Mais 01 hora e estávamos na base das Torres del Paine.



Ao chegarmos o vento e a sensação térmica fizeram vestir toda a roupa de frio. A etapa estava cumprida, eu  tentei aproveitar o máximo para fotos enquanto os outros retornavam. Por conta do meu atraso encontrei a Cristina quase chegando no topo e resolvi esperá-la.


Na volta adiantei um pouco da Cristina mas sempre de olho na trilha para trás para ver se estava tudo bem com ela. Desci muito rápido e encontrei o Alan e o Ohno no acampamento chileno, logo 20 minutos Cristina chegou. Continuei descendo e fotografando.

Chegamos na camionete e fui buscá-los no caminho perto do hotel Los Torres. Caregamos tudo e todos e começamos a voltar para Puerto Natales num percurso de 160 km. A idéia era ir a Laguna Azul para fotos com o conjunto das Torres, mas o tempo estava fechado e cancelamos fazendo fotos só da laguna Amarga.

Perto de Puerto Natales recebi a mensagem da Andrea porque não fiz nenhum contato por celular, apesar das mensagens no Facebook.. Em Puerto Natales liguei e expliquei a mancada da TIM sobre o roaming internacional, que a minha irmã resolveu prá mim.

Ficamos em outro hostel de Puerto Natales o Yaganhouse, bem legal, havia até um banheiro com ducha massageadora. Deixamos tudo e seguimos para as ruas tentar algumas compras de lembranças e jantar no mesmo restaurante La Ultima Esperanza. Na volta ao hostel um champanha de comemoração por conta do Abenur.

Clique nas fotos para vê-la em outra página.



Trilhado no GPS.

GPSies - Trilha W - Torres del Paine


Veja também mais da Viagem a Patagônia.

Viagem a Patagônia - Minhas Impressões













segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Los Cuernos até Los Torres

No dia seguinte durante o café da manhã não tínhamos a mesma pressa, pois o percurso seria mais tranquilo apesar dos 13, 30 km mas não teria tantas subidas como no dia anterior, seria no passo de descanso como diria alguns montanhistas.

Pentatônicas no Paine


No café da manhã um pouco de violão e logo saímos para a trilha. O dia estava quente para começar e a maior parte do tempo teríamos a visão do lado direito do lago.


A chegada em Los Torres é bem engaraçada, porque você avista o local e pensa nossa esse é o refugio. Que nada trata-se do hotel Los Torres, porque o refugio está 800 metros mais a frente. Que pena!


E assim chegamos no meio da tarde as 15:40 h. No refugio Los Torres a atendente Barbara só queira falar em inglês comigo, porque segundo ela apesar da proximidade do português com o espanhol era bem difícil para ela. Quando o Alan chegou, ele e o Ohno foram atrás de uma carona para pegar as camionetes e trazê-las para no dia seguinte a tarde voltarmos para Puerto Natales.

Clique na foto para abri-lá em outra página.



Veja também mais da Viagem a Patagônia.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Circuito W Torres del Paine - Pehoe até Los Cuernos

A partir desse post começamos a trilha W. Os próximos 04 dias seria carregar a cargueira por pelo menos 11 km numa travessia até Los Torres.

Refugio Paine Grande (Pehoe) no dia seguinte a saída para Los Cuernos


Saímos cedo com tempo instável, muito vento (sabe um vento?) e a idéia era seguir até o acampamento italiano onde deixaríamos a cargueira e subiríamos até o mirante do acampamento britânico. Nessa etapa estávamos eu, Alan (Sherpa Turismo), Linhares, Ohno e Abenur, logo no começo o Alan resolveu voltar para acompanhar as mulheres, pois o vento era de assustá-las segundo ele.

essa vista nos acompanha até o final do circuito W, no detalhe a vegetação torrada pelo incêndio de 2011


Ao chegar ao acampamento italiano eu já fiz metade do meu lanche de trilha que peguei no refúgio Pehoe, para levar somente água e barra de cereais para a subida.

Os acampamentos desses locais estavam fechados. Essa foi uma providência depois do incêndio de 2011 que interditou o parque bem nessa época em que fomos.

Do refúgio Pehoe até o topo do acampamento britânico foram 13,76 km e do topo do britânico até Los Cuernos foram 10,66 km, ou seja um total de 24,42 km de percurso. Pela primeira vez andei tanto numa trilha.

No mirante do acampamento britânico


Na chegada no refúgio Los Cuernos percebi ele que era menor, tinha muita gente na área do bar e restaurante, mas tudo nesse local era limpo e organizado. Ficamos eu e o Alan no quarto coletivo, e os demais ficaram juntos no mesmo quarto para 07 pessoas. 

Depois do banho e aguardando o jantar encontrei 03 rapazes da cidade de Pitanga e 02 de Curitiba, o diretor da COPEL em que trabalho, Jorge Andrigueto e seu filho. Ficamos batendo papo até o bar nos convidar a sair pelo horário. Foi um papo bem instrutivo.

Clique na foto para vê-la em outra página.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - Puerto Natales até o Refúgio Pehoe

Amanheceu bem bonito em Puerto Natales e o café da manhã do hostel Kaweskar de todos foi o melhor. Aliás no Chile desde a imigração,  na sequência no hostel com o Omar cumprimentando a todos e a esposa nos atendendo bem senti a cordialidade, é outro país mesmo.


Nossa saída estava programada para as 08:30 h pois passaríamos no caminho na caverna do Milodon.


Essa visita custa em torno de 20 reais, mas não fiz porque já tinha informações de outros amigos que a visitaram.

Seguimos então para o local de saída do catamarã que leva até o outro lado do lago para o refúgio Pehoe. Deveríamos estar lá as 17:30 h, mas antes iríamos até próxima da cachoeira e mirantes para Los Cuernos.



No caminho do mirante da cachoeira Salto Grande, "sabe um vento?" para quem não foi lá creio que não saiba. Um vento que pode te derrubar. Até soubemos que dias atrás um ônibus tombou na estrada por causa desse vento.


Perto do horário retornamos para o pier de saída do catamarã para retirar as mochilas e deixar os carros que ficariam 04 dias nos aguardando.

azul no topo a direita é a minha

Na travessia ainda pode-se aproveitar o percurso na parte de cima do catamarã até a chegada ao refugio Pehoe. Haviam muitos italianos no catamarã, aliás desde o vôo para El Calafate encontramos vários.

No refugio nos cadastramos e começamos a nos ajeitar. Os quartos são coletivos e encontramos um casal senil canadense. Nos perguntaram se visitaríamos o glaciar Grey que é uma das pernas do circuito W, mas disse que já havíamos feito algo  parecido no glaciar Perito Moreno e seguiríamos no dia seguinte em direção a Los Cuernos. Confesso que gostaria, mas precisaria programar mais um dia para esse percurso de ida e volta.

Clique na foto para vê-las em outra página.



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - 3. Etapa -Puerto Natales - Chile


O algo a mais dessa viagem foi ir ao Chile pela primeira vez e bem ao sul, onde eles chamam de sub-antártica.

Começamos com a despedida de El Chalten na Argentina com um percurso de quase 460 km até Puerto Natales. 

As estradas na patagônia argentina são boas, permite um bom desenvolvimento de viagem. Dirigi a metade desse percurso. Fomos até a localidade de Esperanza onde fizemos um lanche num trevo da rodovia.

Depois abastecimento em Rio Turbio na Argentina, no começo da noite, isso porque anoitece as 21:15 h nessa região e nós estávamos cruzando a fronteira. A aduana chilena em Dorotea é bem rigorosa, mas nada que assuste.



Ao chegar em Puerto Natales nos deparamos com mais frio e  também com o sinal de celular que passou a funcionar depois que a minha irmã intercedeu por mim em Curitiba. Mas não deu tempo para muito pois já era tarde da noite.

Nos estabelecemos no hostel Kaweskar e saimos pelas ruas para saque de pesos chilenos até o restaurante Última Esperanza. No restaurante pedimos variedades de peixes e a centolla quente e fria. Que decepção não era a centolla inteira que teria que ser num bar no happy-hour. Foi um escondidinho de centolla. Mas a grande surpresa foi a sugestão da Cristina, um vinho branco Undurraga Riesling, muito bom por sinal e barato no mercado se pudesse levar no peso do vôo argentino, que arrependimento.



Depois de umas fotos da noite de lua cheia, dormir que no dai seguinte, chão e travessia para o circuito W das Torres del Paine.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - 2. Etapa El Chalten

1. Dia em El Chalten

Na noite anterior em El Calafate a Cristina recebeu uma dica de quando chegássemos a El Chalten, fossemos ao Lago Desierto.

Durante a viagem cruzamos por alguns ciclo viajantes e suas bicicletas com alforjes. Pedalar contra o vento daquela região é um esforço e tanto como foi relatado no blog do Mildo no começo de 2012.

Ficamos no hostel internacional Rancho Grande o primeiro e único HI que ficaríamos. Saímos logo em seguida para um percurso de 30 km em estrada de chão até o lago Desierto.


Na volta jantamos no hostel que tem um bar e restaurante bem grande. No cardápio, sopa de abóbora, cozido de cordeiro e resignações de vinho por causa do dia seguinte de muita esforço.



Trilhado no GPS

GPSies - Lago Desierto - El Chalten


2. Dia em El Chalten - Base do Monte Fitz Roy

Dia seguinte um desayuno típico e 08:00 horas tínhamos que pegar o ônibus que levaria até o começo da trilha que seguiríamos para a base e lago do monte Fitz Roy.

Logo que chegamos fizemos uma foto no portal e seguimos. Ao longo do caminho alguns ficaram para trás, isso já seria um teste para o fim de semana mais intenso.



A trilha depois do rio é bem ingreme e nela você não vê ainda o que lhe espera.



No retorno a volta a partir do rio é outra trilha para retornar até a cidade num declive leve com a vista para o vale e a cidade.

Clique na Foto para vê-la em outra página

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Viagem a Patagônia - 1. Etapa El Calafate

1. Dia em El Calafate.

A van veio nos buscar cedo para o vôo para El Calafate com escala em Trelew. A cidade de Trelew está quase no mesma direção de El Calafate mas do outro lado do mapa da Argentina, ou seja uma no leste e outra no oeste. Assim o vôo demorou 03 horas. A aterissagem e decolagem em Trelew tem muita corrente de vento e o piloto desce e sobe como se pilotasse um avião militar de manobra evasiva principalmente na decolagem.

Chegando em El Calafate aguardamos o Abenur e o Alan buscar as camionetes alugadas para a tão esperada viagem. El Calafate estava mais quente que o esperado e parte da roupa que veio na mochila.

Do aeroporto fomos ao hostel Point e depois saímos para o museo de hielo e não fomos ao bar de hielo porque eram 20 horas e o bar fechou as 19:30 h, quem saberia na volta ( o que não aconteceu por causa dos 40 dólares por 20 minutos de visitação).

em frente ao museo de hielo
Na volta um passeio pela principal avenida e um jantar com o cordeiro patagônio.

2. Dia em El Calafate

O segundo dia seria de visita ao Glaciar Perito Moreno, o maior da patagônia  e onde os glaciares crescem ao contrário dos demais do mundo.



Viagem de carro de 60 km, e chegamos embaixo de uma garoa para percorrer a trilha do Perito Moreno. Começamos de baixo para cima para se livrar do tumulto de pegar o transfer até o começo por cima. Convenhamos que debaixo para cima não é para qualquer um porque a trilha tem 4 km no total, e sobe muitas escadas, mas ganha-se oportunidade com isso.


Ficamos até 13:30 h para seguir do pier que nos levaria pro outro lado onde faríamos o mini-trekking. O mini tem duração de 1:30 hora. começamos as 15:00 h depois de colocar os grampons e um treinamento. Eu, Ohno e Cristina bem que tentamos entrar num outro grupo que segui bem mais alto e longe, mas no meio do caminho acabou dividindo novamente.



Ao final retornamos para El Calafate para o jantar cordero patagônio. A partir dessa noite a viagem seria bem diferente e para mim um exercicío de tolerância.

Clique na Foto para vê-la em outra página



Trilhado no GPS

GPSies - Mini-trekking Glaciar Perito Moreno

Veja também mais da Viagem a Patagônia.

Viagem a Patagônia - Minhas Impressões

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...