sábado, 13 de outubro de 2012

Feriado da Padroeira "Guartelá Aqui Benfica"


Rio Iapó no cânion Guartelá
Ponte de Pedra atrás junto a cachoeira. Esquerda para direita Augusto, Maumau, Lizandra, Ju, e Fabi
Tudo começou uma semana antes quando me perguntaram o que faria no feriado. Ficaria em Curitiba. A semana era de calor e todos me falavam que iriam para as diversas praias, principalmente as de Santa Catarina.

Até que alguns amigos vendo que um grupo iria pedalar em Tibagi-PR resolveram por conta organizar algo parecido por lá. E no feriado começou a entrar uma frente fria que baixou bem as temperaturas principalmente em Curitiba e litoral catarinense. De repente alguns desistiram da praia. E nós fomos para a região do cânion Guartelá onde o tempo seria mais firme. Ironia do destino para quem ficaria em Curitiba há uma semana atrás.

Quando chegamos na entrada do parque do cânion do Guartelá resolvemos visitá-lo porque a vinda de bicicleta seria difícil por causa do vento contra. Após a inscrição na sede do parque seguimos as trilhas que levam ao mirante e outra a vista da Ponte de Pedra.

Eu tinha um interesse pessoal porque queria achar um geocache que é um caixa com mensagem e um brinde de troca que fica escondido e pode ser achado por um GPS. Aliás o Geocaching é um grupo na Internet sobre esse caça ao tesouro moderno e no Paraná tem grupo organizado. Ele deveria estar embaixo no mirante em um dos pilares mas não consegui achar. Alguém provavelmente encontrou e retirou antes mas não deve ser uma pessoa do grupo.

Pilares onde deveria estar o geocache numa das fendas.
Depois da visita ao parque seguimos para Tibagi, onde almoçarmos e em meio ao tempo instável decidiríamos se sairíamos de bicicleta.
Chegamos ao hotel Formigas da Figueira nos instalamos e fomos almoçar. Antes no estacionamento vários pés de jaboticaba carregados.
Depois do almoço tiramos as bicicletas e fomos pedalar nos arredores da cidade.


No dia seguinte fizemos um biking até o Salto Santa Rosa e cachoeira Puxa Nervos num total de 38,5 km de ida e volta em estradas rurais e de alguns sobe e desce.


Após esse pedal detalhado nas fotos pelas belezas das cachoeiras retornamos para fechar o hotel, almoçar, uma visita pessoal ao museu da cidade e retorno a Curitiba que ainda estava fria e de garoa. Foi um feriado em termos de clima e oportunidade um tanto irônico para mim.



Trilhado no GPS. O ponto "Não" foi o de geocahe não encontrado no parque.


Comentários:

Ps 01. Informações sobre o Cânion Guartelá aqui.

Ps 02. Dicas da Sofia sobre o Hotel Formigas da Figueira e do blog do Mildo.

Ps 03. Hotel Formigas da Figueira eu recomendo, fone 42- 3275- 1842.






Ps 04. Muita sorte chegar no cânion Guartelá num horário que o céu se abriu.

Ps 05. Fazia um tempo que eu não tocava um violão bem tranquilo, e ver a Liz tocando com cifras baixadas no Tablet naquele momento, foi a novidade musical tecnológica.

domingo, 30 de setembro de 2012

Cavalgada Rancho Ventania




Existe uma frase que eu uso muito em ocasiões de descontração: "Se eu fosse pobre uma vez na vida eu queria ter um haras."

A primeira vez que cavalguei foi no Parque Aquático e Vila Olímpica de Curitiba, que fica na divisa com São José dos Pinhais. Lá meus amigos de adolescência eram sócios e me levavam juntos como um filho postiço, época de poucos recursos mas de bons amigos. Eu pegava a carterinha deles e fazia as atividades. Tempos depois o Atlético Paranaense comprou o parque que o Coritiba Footbal Club recusou. Na metade dos anos 90 o governo do Paraná desapropriou a área por causa do canal extravasor de enchentes e o CAP comprou uma área de um hotel onde hoje é o maior e mais bem equipado centro de treinamento de futebol o CT do Caju.

Depois tive a oportunidade de cavalgar um dia inteiro com os mesmos amigos que saíram de Curitiba para Belo Horizonte, e em Minas Gerais numa fazenda de gado, isso também foi na metade dos anos 90, onde tive a experiência de um dia de cavalgada para levar sal nas áreas de pasto.

E assim outras oportunidades me fizeram gostar de cavalgar.

A de hoje foi por causa da amiga Giovana e  do Gilson que convidaram para essa oportunidade que chamei de terapia pelo que deixou de acontecer nesse mês em meio a percalços.

Eu já estive no Rancho Ventania em São Luiz do Purunã numa Cavalgada da Lua Cheia que foi difícil por causa da noite e dos cavalos talvez cansados.

E assim um domingo contemplado com fotos.

Comentários

Ps 01. Hoje também foi de lua cheia mas ela só pode ser vista na hora de ir embora no começo da noite e que está no álbum.

Ps 02. O cavalo que estava com o Gilson, de nome Hércules machucou a boca num escorregão mas sem cair. De pronto ele foi analisado pela nossa amiga e médica veterinária Giovana e teve só um corte, ao invés de perda do dente como haviam pensado.

Ps 03. Percurso total de 24,7 km de ida e volta trilhados no GPS.

domingo, 16 de setembro de 2012

Cicloturismo Rota das Baleias 2012



Estava demorando uma saída de bicicleta. Nas últimas semanas me dediquei mais as trilhas de montannha. Foram tantas que um amigo sugeriu que eu vendesse a bicicleta em comprasse umas cordas. Quanta maldade!

Há 03 meses comprometi com esse passeio com a Bike Ativa para Garopaba, no litoral sul de Santa Catarina. O período seria o mês agosto mas teve que ser adiado para setembro, após o feriado da semana da pátria.

A ideia do passeio eram as praias de Garopaba até Laguna, no período da rota das baleias como esse artigo do jornal noticiou a surpresa, que vai de Julho a Novembro.

No primeiro dia (15/09) saimos  da pousada Rosa Flat e pedalar da praia do Rosa até Laguna passando por Imbituba e Ibiraquera.



Esse foi um pedal de 53,7 km e com vento a favor, ou seja mais empurrado  que pedalado. A velocidade pedalada foi de 43 km/h de máxima e 20 km/h sem pedalar. Claro que um pedal no sentido inverso seria impossível.

O final do pedal foi na frente da Casa da Anita Garibaldi em Laguna

 O segundo dia (16/09) fizemos um pedal da pousada até a praia da Ferrugem, de 15 km finalizando no morro da praia.



Um bom visual das praias e a surpresa da época.

A baleia (centro) avistada do morro
A Baleia e seu filhote próximos a praia da Ferrugem


Demais fotos


Comentários:

Ps 01. Meu primeiro contato com a Bike Ativa foi para um pedal parecido que incluía caiaque na Guarda do Embaú, mas o tempo chuvoso fez adiá-lo. Essa postagem foi quase.

sábado, 8 de setembro de 2012

Morro do Canal em Todos os Ritmos



Ir ao morro do Canal pelo menos uma vez no ano passou a ser para mim um exercicio para apresentar aos amigos como se desenvolve uma trilha de montanha.

Requer responsabilidade porque as pessoas que não estão acostumadas têm esforços e situações que não fazem parte do dia-a-dia. A trilha de montanha proporciona bem isso.

Proporcionou para mim conhecer pessoas através de outros amigos que trouxeram os seus amigos.

Os amigos são a família que não nascemos, mas que escolhemos ao desfrutar dos mesmos interesses e partilhar de momentos, isso define um grupo.


Comentários:

Ps 01. Me bateu uma curiosidade do que pensou aquele pai que levou o filho até lá encima, com toda reina do garoto por causa do medo. Mas ele chegou e foi aplaudido por duas vezes nas dificuldades pelas pessoas que estavam lá.

Ps 02. O silver tape que eu e o Guilherme levamos salvou parte da trilha de uma garota, a Fátima.

Ps 03. Boa parte desse grupo que se encontrou são das aulas da dança de salão. 

Ps 04 Fotos da Maiuly.

Ps 05. Soube depois que no dia 08 de Setembro completou-se 50 anos da primeira subida do morro do Canal. As comemorações do cinquentenário serão no dia 15/09/2012 com a presença do Vitamina que entregará certificados brindados com espumante a quem chegar no topo da montanha.

Ps 06. O porquê do nome: "Abriram a picada e diante do encontro com verdadeira rede de fendas e corredores naturais, que lembravam labirintos e canais, denominaram o morro como Pico de Canal", do próprio Vitamina no site Alta Montanha .

Ps 07. Passado os dias, é interessante ver os comentários (só Facebook) daqueles que foram pela 1. vez. Tem o comentário do esforço e o que ficou dolorido; tem o comentário sobre a sensação da vista da montanha, tem aqueles que querem saber qual será a próxima. Lembro da sensação de um pouco de medo de alguns e do desafio que se submeteram.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Morros Capivari Mirim e Médio Subestimados


No mês de maio 2012 eu fui num dos morros, o Capivari Grande. Os Capivaris são morros pouco frequentados, talvez pela localização ou talvez pela comparação com os demais na região próxima. 

Nesse 07 de Setembro,  eu iria pedalar com a Bike Ativa que cancelou. Para minha surpresa pintou um convite do Antônio Sérgio para ir até o morro Capivari Mirim e o Médio. E porque não? Mesmo com compromisso de trilha para o dia seguinte.

Confesso que esses termos menores acabaram me influenciando por não considerar tanto e achar fácil. Eu subestimei os morros de hoje. 

Mas foi muito gratificante e muito retratável, com um começo para ficar acima das nuvens da manhã e depois a abertura do sol. com boas visibilidades, com as imagens do Pico Paraná  e de outra referência, o lago da represa Capivari que está abaixo do nível devido a manutenção na usina Governador Parigot de Souza.



No blog do Mildo ele comentou que quando esteve lá o início parecia com a morro Araçatuba. É mesmo essa a impressão, e o GPS nessa hora ajuda muito com a trilha do Rumos  Navegação em Montanhas guiando sem perder tempo. Aliás esse site é um dos mais generosos e completos da nossa região.

Percurso trilhado somente de ida.

Estiveram nesses dois morros nesse dia Antonio Sérgio e Geni, Alice, Rodrigo Ricetti e Maumau.

Uma frase do Rodrigo: Curitiba é uma capital de poucos atrativos naturais, mas a região metropolitana e extensões como a serras do mar são as nossas jóias.



Comentários:

Ps 01. Inicio as 08:41 h da casa do Antônio,  chegada ao Capivari Mirim as 10:55 h. Depois chegada no Capivari Médio as 12:25 h

sábado, 1 de setembro de 2012

Pico Itapiroca em Setembro de 2012

Nuances de montanhas, foto by Julia Frozza

Há 03 anos eu retornei as trilhas de montanhas. Foi um algo a mais do que já vinha fazendo, considerando viagens, trilhas, cicloturismo, locais de natureza exuberante e fotografia. Esse recomeço foi indo ao pico Itapiroca. Fiz essa trilha com o Sherpa Turismo, num dia sem muitas condições, com o tempo fechado e que mal podia se ver os arredores.

Foi também o inicio dos planos para criação desse blog. Ao longo desses 03 anos a redação melhorou, porque quanto mais se escreve mais se aprende. E como os erros aparecem! Volta e meia, quando eu retorno em  alguma postagem, lá estão eles quase que piscando "me corrija".

Melhoraram também a qualidade das fotos com um equipamento melhor.



A informação dos percursos também melhoraram com a aquisição de um GPS.



Melhorou a qualidade do montanhista que aqui escreve, com a associação ao CPM - Clube Paranaense de Montanhismo,  a partir do mês de Junho/2012. 

Isso tudo nos últimos 03 anos resultou em 30.000 visitantes (Junho/2012). Confesso que não tenho muitas pretensões no blog, além de exercitar a escrita e divulgar alguma aventura,. Mas já serviu de consulta para alguém interessado, que volta e meia me pergunta algo. 

E nesse mundo blog de 03 anos, eu encontrei pessoas e outros blogs bem legais  e que estão pendurados  aqui no lado direito da página para quem puder aproveitar.


Comentários:

Ps 01. Quase que uma dupla ficou no caminho, mas se recuperaram e chegaram 30 minutos depois.

Ps 02. Quase 03 horas de ida e 2 horas de retorno.

Ps 03. Muita gente nas trilhas nesse dia de sol.

Ps 04. Prá não dizer que o mês de Agosto de 2012 passou desapercebido, houve um retorno ao Pão de Loth.

Ps 05. Algo que também melhorou foi conhecer os grupos diversos da montanha e da bicicleta e consequentemente as pessoas que compartilham das mesmas atividades e informações, pessoas admiráveis pelo nível de conhecimento e história ou simplesmente pessoas boas.

Ps 06. Dados sobre o Pico Itapiroca podem ser vistos clicando aqui.



domingo, 1 de julho de 2012

Morro Pão de Loth Num Dia de Sol

Morro Pão de Loth visto do Caminho do Itupava

O mês de Junho de 2012 quase passou desapercebido nos eventos ao ar livre na região próxima a Curitiba. Eu retornei da Chapada Diamantina na Bahia no dia 03/06, exatamente quando entrou uma frente fria na região e choveu durante 03 semanas seguidas, só vindo a parar no dia 23/06. Foi tanta água que as lavanderias ficaram abarrotadas de roupas para secar.

Na semana seguinte o sol começou a dar o ar da graça com perspectivas de um fim de semana iluminado pelo astro rei. E com tanto sol, todo mundo saiu de casa. Isso se refletiu nos parques da cidade de Curitiba  com muita gente e nas estradas para as praias, que no retorno de domingo teve congestionamentos.

E na serra da Baitaca não foi diferente. O morro do Anhangava tinha fila de pessoas para subi-lo. Uma opção esperta foi o desprezado morro Pão de Loth. Desprezado porque o vizinho Anhangava e o caminho do Itupava fazem ele parecer uma opção da próxima vez.



O morro Pão de Loth é uma opção para quem está começando a conhecer trilhas e não está acostumado com o esforço de caminhar e subir por algum lugar. 

E nesse domingo não foi diferente. Sem o compromisso de acordar muito cedo para os desafios maiores. Sem a presença de muitas pessoas no mesmo lugar.


Comentários:


Ps 01. Uma das melhores vistas para o conjunto de montanhas do Marumbi.


Ps 02. 40 minutos de caminho do Itupava a partir do posto do IAP, mais 40 minutos de subida, num total de 4 km.


Ps 03. O dia estava muito proveitoso com várias pessoas por aí nas serras como o Mildo, Jopz e o Beto na Torre da Prata por exemplo.


Ps 04. Esse foi um morro sem compromisso de começar sendo as 11:00 h da manhã e retorno para o IAP Quatro Barras as 14:00 h.


Ps 05. Eu havia ido a primeira vez no Desafio dos 03 Morros.


Ps 06. A serra do mar está tão perto, mas eu não quero ela perto, prá não desaparecer.

Ps 07. Mais fotos da Carla aqui.


Ps 08. No retorno saindo de Borda do Campo uma parada no Café Colonial da Bisa, que fica na estrada depois de passar por baixo da rodovia do contorno leste e pegando a esquerda no asfalto, até chegar no Rancho do Cavalo em Quatro Barras. Essa é uma boa dica na região e funciona de sexta a domingo.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Chapada Diamantina - Comentários e Impressões - Férias

Normalmente em cada postagem eu escrevo no final os Comentários sobre o que me chamou a atenção ou a lembrança de algo que não escrevi antes. Porém dessa vez ao invés de fazer em cada postagem, eu  resolvi de uma forma exclusiva escrever todas numa só, para não tornar as postagens longas e cansativas de se ler.

O leitor que chegou aqui, por causa da buscas na Internet no assunto sobre a Chapada Diamantina,  vai se deparar com as minhas impressões sobre a viagem que fiz por lá.

Porém se você ainda não viu as postagens antes, eu sugiro que veja os links abaixo para depois se interar das conclusões que tirei. 

Comentários e Impressões:

A seguir aquilo que eu fui lembrando de escrever e que vai sendo complementado sobre a minha viagem. Espero que ajude a quem interessar, mas vale lembrar que a viagem é a sensação de cada pessoa, ou seja o que é negativo para um pode não ser para outro e vice-versa.

Segue:

Ps 01. Meu vôo de Curitiba a Salvador teve a presença da Malu Magalhães, muito educada por sinal, ela havia feito um show no Lupaluna. Outra presença foi do técnico Vadão que esteve no empate do Guarani com o Paraná Club em Curitiba.

Ps 02. Quando se faz uma viagem de avião para na sequência pegar um ônibus deve se ter um espaço de 02 horas entre o desembarque do avião e o embarque de ônibus considerando 01 hora de táxi entre os dois terminais

Ps 03. Um travesseiro de pescoço na viagem ajuda muito se ela for demorada. 

Ps 04. Fui muito bem atendido pela Neide, Neuza e Zeti na pousada Casa da Roça, embora não guardava o nome delas nas primeiras horas de estada. A pousada é boa mas o colchão e travesseiro deixaram a desejar.

Ps 05. Fui surpreendido pelos custos dos passeios em Mucugê por causa da baixa estação e a falta de grupos. Aliás esse é problema em algumas cidades se você viaja sozinho, vai depender de grupos de saída que é uma coisa que funciona melhor em Lencóis.

Ps 06. Valeu muito ter conhecido o Roberto Sapucai da Trilhas e Caminhos. A loja dele em Mucugê tem lembranças e mapas da região, além de uma boa conversa.

Ps 07. Jantar no Point da Chapada em Mucugê é bem recomendável.

Ps 08. Encontrei no mercado de Mucugê as famosas barras de cereal Tia Sônia.

Ps 09. Em Mucugê se pode fazer um passeio com o Joab que é cliclista de MtB na região mas tem que levar a bicicleta e equipamentos. O meu caso foi uma excessão. Contato joaabmucuge@hotmail.com e fone (75) 81327596.

Ps 10. O celular da TIM, na Chapada Diamantina para baixo de Lençóis, não funciona. Lá só funciona Claro e Vivo. E tive que me virar.

Ps 11. Ficar em Nova Guiné, só se você precisar muito como foi meu caso, apesar dos quase 80 km até Palmeiras a metade da estrada é ruim.

Ps 12. O Vale do Capão - Caeté-Açu é a maior concentração de fãs do Bob Marley que presenciei além de seus dread-locks. A palavras que mais escutei sobre quem vive lá é de grupo alternativo. No que pude entender são pessoas que buscam a paz de vida que não tinham nos seus locais de origem e nessa condição encontram lá o que lhes proporciona o melhor. Uma frase interessante: "O Mundo vai acabar em 2012, menos no Vale do Capão".

Ps 13. Tive sorte de encontrar a cachoeira da Fumaça com água nesse período severo de seca na região.

Ps 14. O cancelamento do Vale do Pati me fez entrar no plano B da viagem  que incluiu Lençóis,  que não conheceria se seguisse o plano normalmente.

Ps 15. Com o fim da greve de ônibus, eu segui para Lençóis na primeira oportunidade, que não atrapalhou minha sequência de viagem.

Ps 16. Ficar na pousada Safira da dona Eulina em Lençois foi a melhor dica da Fabi. Pois nesse local me reorganizei e tive um tratamento excelente daquela vó com V maiúsculo.

Ps 17. Para comer no restaurante Grisante em Lençois, requer paciência porque de dia numa mão você leva a boca e na outra você espanta as moscas. A noite na frente tem os cachorros que ficam lhe cercando. Não é uma crítica porque esses extras estão sujeitos em qualquer local ao ar livre ou aberto.

Ps 18. Tive sorte de encontrar uma companhia de passeio em Lençóis, que foi a Flávia de São Paulo e estavámos na mesma pousada. Pena que demorei muito para descobrir como funcionava o flash da máquina dela, isso dentro da Gruta Lapa Doce.

Ps 19. O passeio da  agência Volta ao Parque   em direção ao Morro Pai Inácio teve o roteiro invertido sem maiores explicações pois estávamos no morro as 11:00 h da manhã, quando o ideal é que ele seja no final da tarde. Comentários sarcásticos depois é de que o guia queria ver a novela da 18:00 h. Por outro lado se tem dois guias de agência que prestaram os seus serviços muito bem que foram o  guia Tiago na nossa ida para a cachoeira do Buracão com precisão de tempo e detalhes do percurso, além do Willian da Bicho Do Mato em Ibicoará. Fizeram ótimas fotos. Lembrou o serviço de alguns guias  da viagem que eu fiz a Bonito-MS em 2011.

Ps 20. O problema da água na Gruta Azul e sua extensão na lagoa da Pratinha foi de supor que a irrigação poderia ter afetado, pois não houve chuva na região que poderia ter causado a água turva.

Ps 21. Trilha para a Cachoeira do Sossego foi muito boa onde me encaixei descaradamamente na idéia da Flávia e seu guia Haribol.

Ps 22. A oportunidade de conhecer a cachoeira do Buracão foi de sorte e para mim e foi o ponto alto da Chapada em fotos.

Ps 23. Retornar e ficar mais 01 dia em Andaraí na presença do Helder e da Ana na pousada Sincorá foi a surpresa de toda viagem. A sensação que eles me passaram desde o contato por email, na minha escolha na internet, sempre me trouxe uma confiança que pude conferir e aproveitar depois na região.

Ps 24. O ônibus da empresa Progresso que peguei em Palmeiras para Lençóis é bem melhor que o da Viação Águia Branca que vai a Salvador. E essa última pertence ao grupo da Azul Linhas Aéreas.

Ps 25. O hostel Ondina em Salvador está bem localizado, próximo ao shopping da Barra, Farol da Barra e para a parte noturna Rio Vermelho e o largo da Dinha. Além do tratamento e informações. Porém os taxistas se perdem para localizá-la por causa do nome.

Ps 26. Ainda no hostel Ondina tive a sorte de conhecer a Jéssica e a Mabel que pude acompanhar no roteiro do Pelourinho.

Ps 27. Lembrei da Cleuza que me acompanhou na trilha para cachoeira das Andorinhas em Mucugê. A Cleuza é sócia com a irmã da pousada Guapuruvu na Ilha Grande-RJ. A greve dos ônibus de Salvador que afetava a saída dos interestaduais estava atrapalhando a continuação da viagem dela até Valência-BA. Foi ela que me deu a dica da pousada Pé no Mato no Vale do Capão e o taxista de Salvador.

Ps 28. Ficou a vontade de um retorno para a Chapada Diamantina como primeiro objetivo de viagem dessa vez o Vale do Pati. Esse roteiro funciona bem quando você tem um grupo firme e começa de um local que você possa deixar parte da bagagem que não usará nos 05 dias de trilhas.

Ps 29. Pessoas que conheci no contorno de meia Chapada Diamantina que fiz.

Cleuza  e Petrônio


Joab

Dona Eulina e Flávia

Flávia (novamente) e Haribol

Fabíola e o namorado

Jéssica e Mabel
Além do Helder e da Ana da pousada Sincorá em Andaraí, que perdi de fazer uma foto.

Ps 31. Muitos alertas sobre o risco de roubo em Salvador e o meu preciosismo fizeram deixar a câmera fotográfica no hostel. Assim minhas poucas fotos nesse dia foram do telefone celular. É a violência das capitais brasileiras que interfere.

Ps 32. Total de 866 fotos que selecionadas resultaram em 668 fotos dispostas em cada postagem.

Ps 33. Usando veículos foram aproximadamamente 700 km entre as cidades que visitei na Chapada Diamantina, sendo que desses só 20 km foram de bicicleta.

Ps 34. De caminhadas em trilhas e estrada foram aproximadamente 75 km contando trechos de ida e volta que em parte podem ser conferidos aqui.

Ps 35. Quando conheci a Cleuza em Mucugê ela indicou o taxista Nilton de Salvador. Combinei de ele me levar do hostel de Salvador para o aeroporto no meu retorno para casa. No caminho ele me contou um fato que desconhecia. Ele e a esposa estiveram em Curitba no mês de maio passado por causa do filho que treinava no time júnior do Atlético Paranaense. Disse-me que gastou no total 20 reais em Curitiba. Isso porque o Atlético custeou a vinda dos pais dos jogadores por 10 dias. Além disso me disse que a assistente social do Atlético viaja pelo Brasil até a casa dos pais dos jogadores  que estão em Curitiba. Fiquei muito surpreso.

Ps 36. Trouxe café da Chapada Diamantina. O café orgânico Ibicoara. Além desse experimentei o Piatã na Galeria de Arte de Igatu. Parece um café adocicado. Impressionante a região de plantações entre as cidades de Mucugê e Cascavel na Bahia.

Ps 37. Tal a importância da água é que a maioria dos cenários da Chapada Diamantina se baseiam em rios, cachoeiras e formações rochosas. Mesmo as grutas que se formaram por milhares anos tem a água como agente principal. 

Ps 38. Existe uma retórica lá, quanto as pousadas quando você pergunta como ela é, que é assim: "A pousada tem um dos melhores cafés da manhã!"  

Ps 39. Na rodovia de Lençóis para o Morro Pai Inácio e Grutas da região pelo menos um caminhão tombado por dia nas curvas, ou seja eu vi 03 acidentes nos 03 dias que andei de veículo por lá. Preocupante! 

Ps n+01. E como os erros de português se criam e aparecem aqui ao longo do tempo cada vez que olho para uma postagem.

sábado, 2 de junho de 2012

Chapada Diamantina - 7. Parte - Retorno a Salvador e Passeio de 01 Dia - Férias

Farol da Barra em  Salvador-BA

Saí de Andaraí as 05:30 h da manhã no ônibus da Viação Águia Branca que na cidade de Itaberaba as 8:30 h seria trocado por outro que iria a Salvador. O mesmo roteiro da vinda e agora de retorno para passar um dia em meio em Salvador. A chegada na rodoviária de Salvador foi as 14:00 h. Detalhe que peguei um táxi Kadett, que era um pau velho sem cinto de segurança para o  passageiro, ou seja em Curitiba ele seria proibido de circular pela idade e pelo estado, e estou falando do táxi da rodoviária  oficial, que até deveria ter recusado. Na ida para o hostel o motorista estava perdido, porque se chama Hostel Ondina, mas fica no bairro Jardim Apipema perto do Shopping da Barra. Eu tive que pegar o meu GPS para orientar o motorista e se não fosse o congestionamento faríamos uma volta desnecessária pois a avenida de acesso cruza a rua do hostel, que avistei.

Chegando no hostel deixei minhas coisas e fui ao Shopping da Barra, era uma tarde de sexta-feira chuvosa na capital bahiana, precisava almoçar. Depois do almoço fui ao cinema para uma sessão do filme MIB 3.

Retornei ao hostel para no dia seguinte saber se iria mesmo fazer o turismo histórico.

O dia seguinte seria inteiro de passeio por Salvador. Me propuseram ir para a praia do Forte por causa do projeto Tamar, mas esse projeto eu conheci bem quando fui a Fernando de Noronha. O passeio histórico não sairia por falta de interessados e para minha sorte. No café conheci duas recifenses, a Jéssica e a Mabel conversamos um pouco, elas resolveram ir a Salvador para passar o final de semana aproveitando uma promoção de vôo.

Como iríamos para o mesmo local o Farol da Barra e talvez eu pegaria o ônibus de turismo fomos conversando. Chegando lá vi que horário do ônibus e a visita ao Farol que também é um museu não daria muito certo. Foi então que resolvi acompanhá-las pelo dia, que depois do Farol seguiríamos para o Pelourinho.

Pelourinho: no ano de 2007 eu conheci o Pelourinho. Eu estava em Itacaré-BA, na semana que teve o acidente da TAM em Congonhas-SP. Diante daquela situação e prevendo problemas, eu adiantei meu vôo da Gol, mas no dia da saída ele foi cancelado, e fiquei no hotel de Ilhéus. Na madrugada seguinte fui colocado num vôo da TAM para Salvador, onde concentraram os passageiros que iriam ao  aeroporto de Guarulhos-SP. Como cheguei em Salvador as 06:00 h, tomei um café e saí de ônibus do aeroporto até o Pelourinho num passeio que durou até as 13:00 horas.

Nesse acompanhamento com minhas novas parceiras, andamos tranquilos pelas ruas do Pelourinho, entrando nas igrejas, lojas e locais culturais, desviando dos entregadores de fita de N.Sr. do Bomfim na desculpa que já tinha muitas fitas no carro.

piás bom de bola numa das ladeiras do Pelourinho
Depois de fotos, uma volta,  3 por 5, ou seja 03 cervejas por 05 reais, descemos pelo Elevador Lacerda para conhecer o Mercado Modelo. Já era hora do almoço e no Mercado não tinha opção boa para nós. Subimos então para o Pelô a procura de um lugar para comer. Paramos no Café Brazil um local requintado e que tinha boas opções e preço, que fica na principal rua de descida do Pelourinho. Depois uma passada nas lojas para compras e no final da tarde uma parada no Terreiro de Jesus que é a praça entre as principais igrejas do Pelourinho, para escutar um samba e aproveitar o 3P5, que noutro cartaz estava escrito 3 "Piriquetes" por 5$, isso mesmo rodada de cerveja no número perfeito.

Jéssica, Mabel e Maumau
Depois no retorno para o hostel combinamos de sair para o Largo da Dinha que fica em Rio Vermelho. É um espaço em meio aos bares locais com mesas e cadeiras onde você senta e é atendido conforme a cor da mesa.

Na volta para o hostel me despedi das gurias recifenses nesse último dia de férias na Bahia. Essa grata surpresa de encontrá-las foi o ponto alto de Salvador, que é uma condição que o hostel proporciona entre os viajantes e que testemunhei diversas vezes.


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Chapada Diamantina - 6. Parte Andaraí - Pantanal Marimbus e Cachoeira do Roncador

Pantanal Marimbus
Na noite anterior fui convencido pelo Helder para aproveitar o dia seguinte em Andaraí. Havíamos conversado sobre a questão do turismo em Andaraí e o Vale do Pati que não pude fazer. Depois do excelente café da Ana saímos de kombi até o sítio que eles adquiriram, onde há o trabalho de recuperação do local que havia uma olaria e o espaço que está sendo preparado para um museu do Pantanal Marimbus. Dali seguimos até encontrar o Genivaldo que me levaria até a saída de canoa canadense pelas águas do Pantanal Marimbus.

Passeio, fotos e fatos da região, banho no lago e as 11:00 h estava de volta. Caminhei quase 3,0 km até a entrada do sítio onde tem uma barraca junto a rodovia. O Helder e a Ana cobriam a folga do vendedor. Fiz um lanche de esfiha de palma e de frango. No meu pé a cachorra Nina esperando algo. Logo parou um grupo que veio até eles para comprar mel, nisso até providenciei meu pedido também. O mel nessa época está pouco porque a seca não teve florada.

As 13:00 h o Helder me deu uma carona até o rio Garapa que fica do outro lado da rodovia. A idéia era eu seguir uma trilha pela estrada até a cachoeira Roncador, passando pela fazenda de mesmo nome. Um senhor que lá que me atendeu disse que o rio estava mais cheio pela chuva e deveria me cuidar ao entrar na água.


Subindo a trilha passando por de trás da casa segui até a primeira parte num local conhecido por Caldeirões.



Confesso que fiquei um pouco confuso de até onde poderia ir e onde poderia entrar na água. Depois de várias fotos e entrado na água resolvi ir mais acima.


Na volta fiz fotos do final da cachoeira depois de sair da fazenda saindo a esquerda ao encontro do rio.


De fato as oportunidades em Andaraí são variadas e 01 dia é pouco para aproveitar tudo. Na pousada Sincorá tem muita informação. O Helder ajudou o Roberto Sapucai na informação dos mapas da Chapada, além de dar curso de orientação para os guias da região. A formação dele é em Cartografia.

Dia seguinte saída para Salvador as 05:30 h da manhã.

E assim me despedi de duas semanas de Chapada Diamantina, com imprevistos, sorte e pessoas excelentes que conheci e mencionarei na parte de comentários da viagem.



Percurso trilhado no GPS




Veja também mais da Chapada Diamantina:

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Chapada Diamantina - 5. Parte - Cachoeira do Buracão - Férias



Um dos objetivos da minha viagem na Chapada Diamantina era conhecer a cachoeira do Buracão. Enquanto estava em Mucugê a 80 km da cidade de Ibicoara-BA, não tive sucesso de ir até lá. 

Depois que cheguei em Lençóis, procurei as agências para saber quem iria até lá. A única que teria um casal foi a agência Volta no Parque. Detalhe a cidade de Ibicoara estava aproximadamente a  200 km, mais distante e mais possível. Além de ir a região na volta precisava ficar em Andaraí, pois parte da minha bagagem havia ficado na pousada Sincorá, na chegada do Vale do Pati, que não aconteceu, além da passagem para Salvador, que partiria de lá.

No dia seguinte ficou combinado de sairmos as 8:00 horas com o guia Tiago. Me despedi da dona Eulina que em Lençóis foi o ponto alto pela sua delicadeza e cuidado com os hóspedes.

Assim seguimos até a cidade de Mucugê e pegamos o lanche de trilha, que para mim foi surpresa. Depois mais o percurso passando pela região agrícola irrigada. Com o detalhe impressionante de paisagem de plantações que lembram a rodovia para região oeste do Paraná. 

Na chegada a Ibicoara, paramos na agência Bicho do Mato. Eu havia feito contato com essa agência antes de viajar para a Chapada. Na agência pegamos o guia William. Um detalhe é que na Chapada se você vai para outra cidade tem que pegar o guia de lá. É uma maneira de movimentar a economia , ou seja o uso de guias das cidades, mesmo que não seja tão necessário, porém eles são preparados para primeiros socorros.

Da cidade de Ibicoara seguimos 30 km por estrada de chão passando pela serra da Bocaina, aliás até estranhei mas a expressão Bocaina significa uma passagem entre montanhas. Da parada do carro seguimos uma trilha de 2,5 km.


Depois descemos os paredões com escadas instaladas, no caminho um filhote de jararaca.



Na chegada abaixo o Tiago me perguntou onde estava a cachoeira que me enganei na direção. Nesse local fizemos uns tibuns no rio.

Sou eu mesmo pulando

Subimos pelo rio nadando com coletes enquanto o William foi por cima tirando fotos. Isso mesmo quem não quer ir nadando pode atravessar a ponte acima e seguir pelo paredão que lembra pilhas de panqueca.

Chegando lá a cachoeira tão esperada da viagem e fotos muito boas, onde tem uma sequência do meu pulo no rio. Depois subi nadando até a queda da água, que é uma água aquecida pela lage de pedra. mais fotos e retornamos para o lanche e retorno até o carro.



Na estrada teríamos a foto que me atraiu para a Chapada Diamantina. Era o mirante do Campo Redondo. A luz do final do dia não era tão boa mas é uma foto impressionante.


Na chegada em Ibicoara uma parada no mercado e lanchonete para um bom café de Ibicoara, que fiz questão de comprar, do tipo orgânico ao preço de R$ 7,50 os 250 gramas.

Na volta ficaria em Andaraí, gravei um vídeo sobre o email do casal de São Paulo, só me lembro o nome dela Fabíola, para lhes enviar algumas fotos que não conseguiram tirar com a máquina deles. O pessoal seguiu adiante para pousar em Igatu.

Depois de uma volta na cidade de Andaraí cheguei a pousada do Helder e da Ana. Tava com um pensamento de adiantar a passagem para Salvador, mas logo o Helder me convenceu a aproveitar a cidade e suas belezas no dia seguinte.


Trilhado no GPS


Veja também mais da Chapada Diamantina:

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Chapada Diamantina - 4. Parte - Lençois - Férias

1. Dia em 28/05/2012 - Poço Encantado, Gruta Lapa Doce, Gruta Azul, Lagoa da Pratinha e Morro Pai Inácio .

Ainda na noite anterior em Lencóis programei um passeio com a operadora Volta ao Parque. Seria o que chamam de Roteiro 01 que vai ao Poço do Diabo, Gruta Lapa Doce, Gruta Azul, Lagoa da Pratinha e Morro do Pai Inácio.

Soube também que teria companhia de uma viajante que estava na pousada a Flávia da capital de São Paulo. 

No dia seguinte depois do excelente café da pousada saímos pada encontrar o grupo que iria no passeio. Encontramos pessoas legais no passeio, um casal de Alagoas e um casal de São Paulo. Fizemos a primeira parte no Poço do Diabo com o guia Kelmo.

No poço aproveitei para um banho de rio modesto sem querer muito a frente.

Poço do Diabo

Seguimos depois o que estranhamente foi para o morro Pai Inácio. Normalmente esse local é o último por causa do pôr do sol. Mais tarde descobriríamos o porquê.


Depois  a Gruta Lapa Doce.


Na Gruta Lapa Doce almoçamos com novidade de cozido de palma (cactos) parecido com vagem cozida.
Depois seguimos para a Gruta Azul e Lagoa da Pratinha que estava com a água turva. Dias depois em Andaraí fui descobrir com o Helder que na hipótese a irrigação na região deve ter afetado a água da região.
Essa situação fez cancelar o mergulho na Pratinha, mas o horário que chegamos lá seria ruim porque era final da tarde, com menos luz, quero crer que o guia já sabia da situação e provocou toda essa mudança.

Voltando para Lençóis fomos recebidos com um cafezinho e biscoito da pousada e ficamos conversando com o Ricardo e outros hóspedes como um casal BRA- AUS que fizeram um passeio a pé no dia. Logo saí para resolver minha situação que era ir a cachoeira do Buracão e ficar na pousada Sincorá em Andaraí daqui a dois dias.

E de final do dia um jantar no restaurante argentino El Jamiro, a opção de los hermanos parecia boa e eu e a Flávia não precisamos andar muito.


2. Dia 29/05/2012 - Trilha Cachoeira do Sossego e Ribeirão do Meio

Nesse segundo dia de aventura em Lençóis-BA eu me meti na opção da Flávia. A Flávia teve a indicação de uma amiga de um guia para ela enquanto estava na Chapada., o nome dele ou como se intitulava era Haribol.

Eu, dona Eulina (pousada) e a Flávia

Eu, a Flávia e o guia saímos pela rua da Baderna, aliás esse é um dos nomes da rua da pousada Safira em direção a igreja e seguirmos outra rua que chega a uma região de casas arquitetônicas, uma delas do dono da loja de equipamentos de aventura de gosto duvidoso. Logo pegamos uma trilha ao lado de uma cerca de arame. Ao longo do caminho o Haribol ia chamando a atenção sobre os cheiros e plantas. Uma até identifiquei pelo cheiro que é a cânfora. Mais a frente num lageado paramos para ele buscar uma planta que para a Flávia foi o alívio do dia. Era a arruda-brava. Essa planta ao esfregar na mão e inspirá-la causa após alguns segundos uma sensação como de uma pontada na cabeça e lágrimas nos olhos. Para a Flávia foi o alívio da rinite. Deveria ter filmado nosso momento "as plantas que curam".

Seguimos adiante, com mais histórias do Haribol que disse ter estudado no mosteiro da região. Paramos para ele pegar água que descia por um lageado.

Flávia e o guia Haribol


Rocha conglomerado de pequenas pedras

Mais a frente estávamos diante da cachoeira do Sossego, num percurso de 7,0 km feito em 03:15 horas desde a pousada. O Haribol logo achou uma cobra cipó filhote.


Uns tibuns na água e mais fotos. Estavam na cachoeira quando chegamos 01 rapaz e 02 garotas franceses. Aliás dizem que os franceses gostam muito de ir a Lencóis.

Enquanto explorava o local o Haribol preparava nosso lanche, a base salada de frutas feitas na hora sobre uma pedra que serviu de mesa de preparo.


Ficamos um tempo na cachoeira até o sol ficar bloqueado pelos paredões e resolvemos voltar. No caminho o desvio para o Ribeirão do Meio que é uma cachoeira num tobogã de pedra onde as pessoas sobem e descem escorregando. Eu só fiquei na água. Logo o Haribol apareceu com pedras de diamante para nos mostrar.

Retornamos para pousada. Mais a noite fui com a Flávia para um jantar típico do nordeste: carne de sol, e feijão tropeiro no Bar e Restaurante Grisante. O casal de Alagoas, do primeiro dia apareceu, e ficamos conversando.

Assim terminou minha opção por Lençóis. Me despedi da Flávia que nos próximos dias faria o Vale do Pati com o Haribol.


Percurso trilhado no GPS



Veja também mais da Chapada Diamantina:

Chapada Diamantina - 1. Parte - Mucugê-BA de 21 a 23/05/12

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