sábado, 26 de novembro de 2011

Dia de Sol no Caminho do Itupava



Em Março de 2010 eu fui pela primeira vez no Caminho do Itupava. Foi uma semana de incertezas pelo mal tempo, mas que não choveu porém ficou tudo tampado e até a foto do Marumbi teve que esperar. Foi também um passeio onde as incertezas, causaram problemas, isto pode ser revisto na postagem Caminho do Itupava - Indecisão, Confusão e Sucesso.

Nesse ano de 2011 as facilidades do Facebook permitiram junto com alguns amigos a criação de um grupo o Vitamina e Farofa Montanhas e Trilhas. Uma homenagem as dois personagens das montanhas da serra paranaense. A partir desse grupo fizemos duas saídas para os morros do Anhangava e do Canal. Foram percursos para quem nunca havia feito algo parecido. Desde então havia a vontade de se fazer o Caminho do Itupava que foi interditado este ano desde Março até o final de Outubro por causa das chuvas fortes que sujaram a trilha e derrubaram algumas árvores..

Quando o caminho foi liberado, logo marcamos uma data para o final de Novembro. Era a última, porque em Dezembro os compromissos de fim de ano ocupam a todos. Após várias previsões de chuva conseguimos confirmar e realizar a trilha num dia de sol que proporcionou algumas surpresas.

Nesse final de semana pensávamos que teríamos um grupo de pelo menos 20 pessoas, mas somente 13 puderam confirmar. Para duas pessoas João Pavan e Maumau era um retorno. Para os demais era a 1. vez nesse caminho dos tempos do Brasil Colônia, e que está ali graças a preservação da serra do mar. Uma preservação não muito colaborada pelos visitantes que depredaram instalações históricas e abandonadas pela União. Que também não colaboram pelo lixo que é deixado na trilha,  como o que recolhemos antes da primeira ponte elevada no percurso,  e também pela quantidade de lixo que é deixada para ser recolhida na Casa do Ipiranga. Uma transferência de responsabilidade pela falta de reconhecimento do que representa essa região. Hoje podemos ver pelo Google Maps, como a região da serra está muito próxima dos adensamentos, e ela é muito estreita pelo que representa e está sempre sob risco e o lixo deixado poderia ser evitado.

Mas não foi somente essa constatação desesperançosa. Pudemos ver a natureza no seu vislumbrar da primavera, com vários pássaros, cheiros das flores no percurso, uma aranha caranguejeira, roedores passando correndo, um grupo de macacos próximo ao Cadeado que não nos deixou fotografá-los.

No Santuário N. Sra. do Cadeado fotos muito boas como a do Marumbi (era a minha esperança).



E no final, quase na estrada das Prainhas uma cobra Caninana, típica da serra do mar, dizendo esse caminho histórico eu também faço.



Participantes desse dia Maumau, João Pavan, Jeter, Simoni, Eleni, Celso, Juliana Silva, Cleber e  os Borbas Rogério (pai), Rodrigo e Raffael (filho), 13 pessoas.

Siga as fotos abaixo.


Ps 01. O cansaço e os escorregões da trilha são sempre esquecidos, ao final da trilha.

Ps 02. Encontramos  o Luis Delfrate do Montanhoso ( Facebook) por duas vezes. Na parte final da trilha e no ponto esperando o ônibus que acabou ganhando uma carona do nosso grupo no retorno para Curitiba.

Ps 03 Tempo de percurso 4:42 h  e tempo parado 4:40 h segundo o GPS. Inicio as 8:12 h e término as 17:05 h. Eu sei que essa conta não bate, mas ela não é minha.

Ps 04. Quem de fato aproveitou no final com um banho de rio próximo ao IAP de Porto de Cima foi o Jeter. Passei vontade!

Ps 05. A denominação Itupava é de origem Tupi-guarani, que significa rio encachoeirado, uma característica dos rios da serra do mar.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Curitiba-Estrada do Anhaia-Morretes

Trilha GPS da famosa estrada.



Várias oportunidades de pedal nesse feriado de finados. A Bike Ativa foi pedalar em Morretes com uma  parte com caiaque,  a Bikesul em São Bento-SC até Corupá via Rio Vermelho e quase a Sherpa Turismo foi para as grutas do Cercado na região de Ponta Grossa-PR.

Em meio a tantos eventos acabei indo com o pessoal do Lavailama, num pedal de Curitiba a Morretes-PR com a opção de descida pela Estrada da Anhaia, num total de 65,38 km.



A estrada do Anhaia é um caminho colonial, que era o acesso a estrada do Arraial uma antiga ligação com a cidade de Curitiba. No século passado a estrada do arraial foi transformada na rodovia federal BR-277 Curitiba-Paranaguá. Do trecho colonial restou o desvio que os ciclistas aproveitam para chegar a cidade de Morretes. É uma descida para veículos altos, por ser bem acidentada e de saibro que foi consertada, sem maiores obstáculos. Depois dessa descida chega-se num ponto que: para esquerda é possível ir até o Salto da Fortuna e para direita até o centro da cidade de Morretes e a sua gastronomia típica paranaense, o Barreado. Nosso caso a opção do dia foi o Restaurante Villa de Morretes.


Ps 01. Participantes: Carmen, Claudinei, Nico, Aspira, Sandra Joanides, Liz, Juliana, Carlos Augusto, Fabi  Kevin e Maumau.

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