domingo, 18 de setembro de 2011

Morro do Canal 2011 - Inusitado mas Desejado

Da esquerda para direita: Maumau á frente, Lineu, João Pavan, Lia, Jú, Sintia, Alexandre, e Mildo.


Esse fim de semana teve o encontro Sexta Solidária do grupo Montanhoso do Facebook no bar Tartaruga. Foi um encontro com arrecadação de alimentos para os desabrigados pelas cheias de Santa Catarina e Paraná. Eu fui lá conferir. Já devia uma presença de tantos encontros que eles organizaram desde que entrei no grupo, tendo nesse meio tempo dobrado o número de pessoas, que hoje são 382 pessoas crescido de sexta-feira para domingo.

Na oportunidade houve o encontro dos Itupaveiros com a a presença do Paulo Henrique Schimidlin, o sr. Vitamina. O ícone e pioneiro do marumbinismo. Antes dele ir embora trocamos umas palavras porque conheço o irmão do Formigão (Gilberto Gross Dinkel) já falecido que fazia parte do grupo  do vitamina, o CLUMO. Isso está relatado no livro As Montanhas do Marumbi. Para mim, foi a melhor oportunidade por tudo que esse senhor representa no montanhismo paranaense.

Até então faltava um motivo para um blog em comentar e registrar tudo isso. Foi quando a Juliana (Ju) me ligou no sábado a tarde perguntando de ir ao Morro do Canal no domingo. Sim o morro do Canal, o mesmo que o sr. Vita daria o nome num projeto da década de 60 do século passado, chamado Alfa-Omega, que consistia numa travessia do morro do Canal até as montanhas do Marumbi (Facãozinho) e que não foi possível por causa das chuvas na investida, e só realizado por outro grupo no ano de 1991, no sentido oposto.
Eu já estive no morro do Canal no começo do ano fazendo a Travessia Morro do Vigia - Morro do Canal.
E assim saímos no domingo as 9:30 horas para começar a subida as 10:45 h e retorno as 13:45. O tempo não foi de chuva, mas de nuvens enquanto estivemos por 20 minutos e com um vento frio no cume. O caminho estava bem elameado.
Esse post considero da sorte. Sorte por ter amigos em comum das histórias da montanha da nossa serra do mar, como o sobrenome Gnata no pioneirismo do Marumbi e o sr. Vitamina de consultas por telefone, entrevistas na rádio e agora pessoalmente. Sorte pela amiga Ju por querer nesse domingo nublado subir o morro e convocarmos alguns amigos, como o Mildo que faz essa subida com um pé nas costas e o João que já é um marumbinista.

Visualizar todas

Ps 01. Quando estávamos quase chegando no topo, vimos uma garota de um grupo lá sentada deixar cair o tênis morro abaixo, que foi resgatado perigosamente por um amigo.


Ps 02. Esse foi o primeiro post depois do grupo criado para esses eventos no Facebook chamado Vitamina e Farofa Montanhas e Trilhas. É um grupo modesto de nível de escalaminhada ainda.

domingo, 4 de setembro de 2011

Pico Caratuva em 2011 - Conexão CTBA-Joinville

Na Fazenda Pico Paraná


No dia 29 de Agosto de 2009, eu estive pela primeira vez no Pico Caratuva. Foi minha segunda investida em montanha com percurso maior. Lembro que também foi um dos poucos finais de semana daquele ano que tiveram sol e um dia muito bonito. A foto que ilustra o topo do blog foi tirada nesse dia.

Agora nesse relato de retorno não poderia ser diferente, depois da espera de um fim de semana tão igual.
A diferença dessa ida foi a presença de amigos que estão começando e que tornam o prazer da caminhada em montanhas muito maior, por toda a descontração que representam. Esse blog é em homenagem a amizade.

Fomos com a Bike Ativa para o Pico Caratuva que fica na fazenda Pico Paraná. Essa fazenda é particular e o acesso é taxado. Da fazenda tem-se acesso a três picos que são o Caratuva, Itapiroca e o Paraná que é a maior altitude do sul do Brasil e que requer dois dias para chegar, acampar, subir e retornar por uma trilha de 07 horas de caminhada e cargueira nas costas.

O pico Caratuva vista do Getúlio (Pedra do Grito)

Mas o pico Caratuva é o objetivo aqui. Foram 03 horas de caminhada subindo um desnível de 800 metros e 04 quilômetros de percurso aproximadamente. No topo uma das vistas mais bonitas do Pico Paraná e demais montanhas da região da serra do mar e um pouco do litoral paranaense, como a baía de Antonina, parte de Guaraqueçaba e a cidade de Paranaguá. Do contrário pode se ver a represa do Capivari, da usina Governador Parigot de Souza em Antonina, instalada dentro da montanha. Também se vê um pouco da BR-116 Curitiba-São Paulo.
O pico Caratuva possui antenas de radio amador. Algumas dessas antenas servem de meio de comunicação da região para resgates quando necessário. É uma montanha que já sofreu com o descuido de visitantes que provocaram um incêndio.



Ps 01. Tivemos a presença de um grupo de Joinville que comentaram a admiração por ter um local como a Fazenda Pico Paraná tão organizado.

Ps 02 Atrás da casa do montanhista na fazenda há uma trilha para as cachoeiras que vale muito ser visto, num percurso de 15 minutos, veja nas fotos acima.

Ps 03. A minha surpresa foi encontrar no morro do Getúlio o amigo Flávio e esposa, no meio da tarde subindo para o pico Itapiroca.

Ps 04. Caratuva é uma pequena planta que se encontra no alto dessa montanha semelhante a pequenos cedros, mas bem macia. Segundo o comentário recente ela floresce a cada 10 anos. Pode-se dizer que é muito frágil.

Ps 05. Tracking GPSIES.

Ps 06. Nosso retorno foi em 02:15 h.

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