sábado, 27 de novembro de 2010

Janela da Cotia, Caminho da Conceição - Usina de GPS

De Caminho da Conceição - Janela da Cotia - Usina de GPS
1- Barragem (rio Capivari)         9 - Janela de Desemboque
2- Reservatório                          10- Janela Superior
3- Tomada dágua                      11- Janela Intermediária
4- Canal de Adução                  12- Central Geradora
5- Janela da Conceição             13- Galeria de Acesso
6- Janela da Cotia                      14- Canal de Fuga
7- Chaminé de Equilíbrio          15- Rio Cachoeira
8- Conduto Forçado
Figura e detalhes retirados do folder de visita a Usina Governador Parigot de Souza. Cortesia COPEL

O nome do estado do “Paraná” significa em tupi-guarani, Rio Grande. Coincidentemente o Paraná tem muitos rios. Esses rios proporcionaram a construção de várias usinas hidrelétricas, dentre elas a maior que é usina hidrelétrica de Itaipu, superada apenas pela recém construída Três Gargantas na China.

Até a década de 60 o Paraná tinha pouca energia elétrica e o seu desenvolvimento ainda dava os primeiros passos e a COPEL tinha menos de 10 anos de criação. Mas esses passos já eram firmes. O que muitos desconhecem é que existe uma usina da COPEL, onde o lago foi represado de um lado da serra na região do 1. planalto, perto da cidade de Curitiba, e suas águas são levadas para outro lado por dentro da montanha, descendo até os geradores de energia instalados dentro dessa mesma montanha na cidade de Antonina. Essa é a Usina Capivari-Cachoeira ou Governador Parigot de Souza.

De 1963 a 1968 foram os preparativos de terraplanagem e construção de túneis, sendo o de adução (túnel horizontal) de 14,1 km e o túnel onde estão instalados 2 condutos forçados de 1080 metros de comprimento todo revestido de concreto, sendo os últimos 550 metros em aço, numa inclinação de 40 graus, causando um desnível represa-turbina de aproximadamente 754 m. Durante a obra, túneis transversais foram feitos para encurtar o acesso de equipamentos da obra e descarga de material retirado na formação do túnel principal. Dentre estes túneis,  02 são conhecidos do pessoal de hiking que são a Janela da Conceição (mais distante da fazenda de acesso) e a Janela da Cotia, os dois próximos do Caminho da Conceição, numa localidade da cidade de Antonina próximo ao bairro Alto, poucos quilômetros da entrada da Usina Capivari-Cachoeira.  Depois dessa preparação a usina ainda levaria mais 03 anos para montagem de equipamentos e demais detalhes, sendo inaugurada em 1971, com a potência de 260 MW, que na época era considerada de sobra para o Paraná., uma obra que projetou a COPEL na área de engenharia e construção de porte. Hoje o potencial da COPEL está em 5310 MW.

As duas janelas da Cotia e da Conceição ficam no canal de adução de 22 km. O acesso até elas requer conhecimento, pois a trilha está fechada pelo desuso.

Nesse blog será comentado a ida até a Janela da Cotia.
Quando chegamos ao bairro Alto o dia seria de tempo nublado e sem chuvas, durante a semana choveu todos os dias. Seguimos até a casa do sr. Antonio, morador local, que serviria de guia. E começamos a trilha na fazenda de acesso, a Lírio do Vale. Na estrada muita lama, nos últimos dias passaram uma máquina, para limpeza e acesso as torres da COPEL. Já no começo nos deparamos com as ruínas dos condutos da antiga usina da Cotia. Na parte onde desciam esses coondutos subimos o morro junto as suas bases. No final chegamos próximo ao reservatório de desemboque, numa área conhecida por Piscina dos Elefantes, que é um conjunto de vias e reservatórios da antiga represa da usina. Havíamos subido 400 metros. Logo voltamos para a estrada, até a uma bica dágua que faz parte dos condutos que levavam água até a Piscina dos Elefantes.

Caminhando estrada acima fomos até onde há uma ponte com a metade desabada. Muito arriscado passar pelo que restou dela, então atravessamos o rio para a outra margem (direita da descida do rio), mas nesse ponto uma pausa para um lanche,  e seguimos por uma trilha até o limite, atravessando para a margem esquerda do rio. Nesse lado uma indecisão, a mata era fechada. Até então os relatos de outros trilheiros é que a partir de um ponto segue-se pelo rio, sobre as pedras, o que na verificação do guia Antonio seria perigoso. Então seguimos pela mata abrindo caminho com o facão. Pela margem do rio avistamos uma parede junto ao rio um muro 3 metros de altura. Nesse local está a ponte de perfis de aço ou trilho, que não é uma ponte completa. Estávamos próximo ao portão de acesso ao túnel Janela da Cotia. Caminharmos um pouco dentro do túnel retornamos. O túnel tem cerca de 1,0 km e não vale a pena percorrê-lo no total porque há outro portão, mas cadeado. O outro lado é o canal de adução com uma comporta para o túnel.
Na volta do túnel ou janela atravessamos o rio junto a ponte de ferro e fomos até o local conhecido por Disco Porto , pelo seu aspecto construtivo que é uma estrutura de concreto da época da obra. O nome é por muitos dizerem parecer com uma base de disco voador.

Total de trilha 8,6 km. Ida e volta 17,2 km. Elevação da estrada do bairro Alto até a janela da Cotia 672 metros.



Ps. Talvez um grupo empresarial reativará a usina da Cotia, uma PCH - Pequena Central Hidrelétrica com potencial máximo 5 Megawatts.

Demais fotos: Raquel, Estela  e Rogério

Percurso GPS clique abaixo na barra superior.



Comentários:

Ps 01. Passado um tempo encontrei esse post do Pedro Hauck bem interessante.

sábado, 13 de novembro de 2010

Caminho do Vinho, Três Pedalantes

O Caminho do Vinho, a rota colonial do município de São José dos Pinhais, um dos cinturões verdes da região metropolitana de Curitiba.

Há tempos havia sugerido esse roteiro para pedaladas. Esse ano em Julho (dia do jogo Ale x Arg da Copa), eu até fui lá perto com o Heron numa marcação de percurso para caminhada na colônia Muricy. Mas foi um pedal bati e volta e cãibra, por causa dos 60 km desde casa.

No passeio de hoje não, tranquilo, por outro lado pela colônia Mergulhão uma volta na parte de cima e retorno próximo do trevo da colônia Muricy, cerca de 20 km.

Maumau, Ju e Raquel (fotos), saímos do Casarão Café Colonial pela direita em direção a represa da Sanepar. Para alcançar na parte de cima o vinhos Dom Fernando, onde fizemos uma parada.

De Caminho do Vinho, Três Pedalantes

Depois seguimos até o pesque-pague Cachimbo. Ali um pouco de erro tentando pegar o caminho para Gamelas. Depois voltando pelo caminho certo seguimos passando pelo trevo da Muricy e tomamos o caminho de volta ao café.
E assim foi um pedal despretensioso de uma tarde só, num sábado de véspera de feriado, com a presença bem servida da Ju e da Raquel.



No mapa:


sábado, 6 de novembro de 2010

Piraí do Sul - PR, Trilha do Cânion da Chapadinha, Cachoeira Paulina



E como tava difícil o último mês para se fazer uma trilha, ou qualquer coisa ao ar livre. Todo o final de semana de outubro chovia. E quando não choveu no dia 23/10 eu tinha uma prova de Cross-duathlon do Naventura e perdi a Trilha da Mamona.

Mas a trilha da pousada Serra do Piraí, segundo a Raquel (fotos) sairia de qualquer jeito, se bem que antes tinha sido cancelada por causa da chuva.
Um sábado de previsão de pouca chuva e saímos para viajar até a cidade de Piraí do Sul, com uma parada antes para ir até a pedreira do Rubinho, desativada, para umas fotos. Um passatempo para adiantados.

Por volta das 11 horas da manhã chegamos na pousada e tivemos que aguardar o Emerson proprietário e guia. Na recepção fomos recebidos pelos cães labradores dele, que depois soubemos o nome Picumã (preto) e Jau-jau (claro). Cão labrador quem conhece sabe que há uma lei na América do Norte, que diz que todo cão morde pessoas, menos o labrador.

Quando o Emerson chegou, quase ao meio-dia saímos para trilha do cânion da Chapadinha com final na cachoeira Paulina. Eu fiz uma estréia de um GPS, sem muita instrução fui tentando marcar a trilha. Mais umas trilhas e colocarei num desses blogues.

A região de Piraí do Sul faz parte da Rota dos Tropeiros que vem da Lapa até Sengés na parte do Paraná. A paisagem é típica dos Campos Gerais, muita pedra, gramíneas, morros e entre vales que formam rios e desses rios aparecem cachoeiras, é uma paisagem típica paranaense.

No caminho os labradores sempre entravam numa poça de água, mas a cachoeira mostraria outras surpresas, andamos por cerca de 1:30 h. 

Ao chegarmos na cachoeira, uma vista em tanto, a queda de 60 metros com uma prainha de areia branca. Ir lá e não entrar na água, não teria graça, mas estava gelada, apesar do mês de novembro ser de calor.

Na cachoeira percebi que tinha perdido meu óculos na trilha, então era fazer o caminho de volta. Depois de algumas subidas, lá estava ele perto de um tronco que havia me abaixado para passar.

Na volta retornamos a pousada para um café da tarde colonial, até a 18:30 h quando retornamos para Curitiba.


ps. a Raquel que organizou o passeio descobriu esse local no programa da RPCTV Meu Paraná. Confira aqui.


Demais informações no site Pousada da Serra do Piraí.

sábado, 23 de outubro de 2010

Cross Duatlhon - Naventura 2010 - 4. Etapa e Última do Ano




Esse ano de 2010 eu tinha uma idéia de participar das competições do Naventura, que envolvia corrida e mountain bike. No mês de maio tive uma surpresa desagradável que foi uma artrose no dedo do pé (muito uso sabe), que me dificulta jogar futebol e não sabia se para os outros esportes teria o mesmo problema. Aí vai na consulta ao médico, pesquisa na internet, onde até soube que o jogador de basquete Shakira O'Neal teve o mesmo problema, e a cirurgia era inevitável para voltar ao futebol, que é o esporte de maior exigência dos pés.
Passado o tempo para decidir e a cirurgia adiada para o ano de 2011, resolvi continuar com as corridas que não me causavam incomodo e aliado a bicicleta, faltava participar da última etapa do Cross Duatlhon.

No dia 23 de outubro estava programado a corrida em Campo Largo-PR no Parque Cambuí. O mês de outubro não estava fácil para os esportes externos e qualquer lazer, chovia toda semana ainda mais nos finais de semana. 

Combinamos eu e o Sandro (Lavai-lama) de participar, fizemos a inscrição a tempo e sairiamos juntos pela proximidade de nossas residências.
Só não contava que no dia da prova o Sandro fosse atrasar para passar em casa, e fosse necessário fazer o percurso da BR-277 próximo a Coca-Cola até Campo Largo-PR em 30 minutos,  45 km cruzando Curitiba.

Chegamos no parque faltando 5 minutos para o inicio da prova. Quando eu coloquei a bicicleta na espera já estava na contagem de 15 segundos para a largada e o Sandro ainda chegaria.



Começa prova, que são 3 km de corrida, 15 km de pedalada e mais 3 km de corrida finalizando a prova.
Na minha impressão da prova a 1. parte foi tranquila.



Já na bicicleta seriam 03 voltas do percurso com aclives e declives que na primeira volta eu já senti e ainda teriam mais 02 para completar.



E na última etapa a corrida, a falta de preparo me pegou pelo "baço" e  no último kilômetro.



E completei a prova em 45, veja no quadro clicando aqui. Esqueci de comentar que o treino para essa prova foi prejudicado pelos dias de chuva do mês.
Mas valeu, tomei gosto.



ps 01. embora esse blog esteja em outubro ele foi o último do ano por causa das fotos, que eu estava aguardando.

ps.02 apesar do Sandro largar por último e atrasado conseguiu chegar em 42. O que não faz uma bicicleta full suspension.

domingo, 19 de setembro de 2010

Morretes 40 km



De Morretes 40 km 
Na foto da esquerda para direita: Silmara, Marcos, Maumau, Raquel, Jair, Claudia e Marcos Schultz

Morretes, uma cidade próxima do litoral paranaense, a 64 km de Curitiba, teve sua importância econômica até um pouco antes da construção da estrada de ferro Curitiba-Paranaguá. Hoje é uma cidade considerada a jóia da mata atlântica por estar localizada no único trecho brasileiro conservado desse ecossistema. Famosa também pelos restaurantes de barreado, um prato único típico paranaense que se constituiu de uma carne bovina bem cozida e temperada, servida com farinha de mandioca, como se fosse um pirão, onde o molho quente cozinha a farinha, acompanhado de arroz, rodelas de banana e complementos de camarão frito e ao molho, além de peixe frito a milanesa, bolinho de caranguejo e outros tantos acompanhamentos.

Bem tudo isso foi o que desejamos lá, mas fomos para pedalar pelas estradas rurais de Morretes. Saímos do rancho dos pais da Raquel (dos passeios) na estrada Prainhas em Porto de Cima. Seguimos pela estrada central que é um roteiro secundário até o centro da cidade. No percurso uma travessia pelo rio Nhundiaquara, ou seja um molha pés. Seguimos para um bairro chamado América de Cima, cruzando o trilho que desce a serra em direção a Morretes. Lá uma igrejinha onde tiramos essa foto do blog, depois que troquei a câmara do pneu que furou pela primeira vez num passeio, passados 2600 km da minha bicicleta.
Da igreja seguimos para um restaurante ali perto de nome Engenho da Serra para pegar informações sobre as cachoeiras na região.
Do bairro de cima para o América de Baixo e pedalar até o centro de Morretes onde o Marcos a Claudia e o Jair seguiram pelo asfalto e nós atravessamos o centro turístico e gastronômico de Morretes até a estrada central novamente. Nessa estrada fomos perguntar a um caseiro sobre uma rua ali que passa dentro do terreno onde há as casas da família Malucelli. Um pouco de história na qual a casa ficava próxima do local onde preparavam os feixes de cana para a usina de açúcar que lá existe, hoje em ruínas.
 Seguindo essa rua ou estrada fomos até uma ponte pêncil para atravessar o rio Nhundiaquara novamente até uma área onde há uma casa e plantação de gengibre e outra ponte pêncil (ou de mola) correndo dos cachorros. Mais a frente a travessia pelo rio da começo dessa história, meu pé estava quase seco da primeira. Até pegarmos o caminho contrário de retorno até a casa dos pais da Raquel.

Saída as 10:00 horas e retorno as 15:20 horas, num total de 40,53 km pelas estradas rurais e históricas de Morretes. Clique aqui para ver as fotos do dia.

Um pouco sobre Morretes:  morretes.com.br e da prefeitura

PS 01. na saída de Morretes retornando pela estrada Central passamos em frente ao cemitério da cidade. Pouca gente sabe que o pioneiro do montanhismo no Brasil Joaquim Olimpio de Miranda está enterrado ali. Esse pioneiro dá nome também ao ponto mais alto no pico do Marumbi ou Monte "Olimpo" em homenagem. Esse blog é dedicado a esse senhor que no ano de 2009 completou 130 anos da conquista, veja também no site Alta Montanha

 PS 02. 50 blogs publicados em 21 meses ou 50 lugares curtidos.

sábado, 28 de agosto de 2010

Do Infortúnio ao Salto da Fortuna

 Foto Estela Muller

Esse sábado do dia 28/08 faríamos a trilha da Mamona com a Turma da Raquel, e a partir desse blog tornaria esse percurso mais conhecido do leitor.
Infelizmente nessa última semana de Agosto/2010 ocorreu o desaparecimento de uma mulher no Caminho do Itupava. No sábado todo o parque do Marumbi e os acessos que compreendem ele, que são os postos do IAP de Quatro Barras e de Porto de Cima estavam fechados pela polícia florestal por causa das buscas do Corpo de Bombeiros.

Não vou detalhar esse assunto do desaparecimento, maiores comentários estão na imprensa, inclusive de todo o país, se você pesquisar pelo Google.

Fica uma pergunta que deixei de fazer lá no posto do IAP de Porto de Cima. Se existe o controle do IAP de entrada e saída, por que se levou mais de dois dias para as buscas começarem?

O Caminho Histórico e Belo do Itupava está sujeito a marginalidade devido aos acessos clandestinos, onde volta e meia bandidos aparecem e também são detidos, como num caso do final do ano passado.

Tantos infelizmentes e o nosso passeio do dia estava por hora cancelado, porque a trilha da Mamona começa no estação do Marumbi e desce até próximo da pousada e restaurante Dona Siroba em São João da Graciosa, um local que pode-se comprar produtos da região e comer o barreado.
Logo eu e mais alguns entusiastas da região lembramos ao pessoal do Salto da Fortuna, que fiz no mês de Fevereiro/2010 com o Heron, como pode ser visto no link das minhas fotos.

Como a maioria do pessoal não conhecia, acabou sendo uma opção interessante. Partimos então para a Estrada do Anhaia onde começaria o passeio. Durante o percurso nos deparamos com outros grupos que também aproveitaram a opção.

Clique aqui para ver as fotos que a Estela fez do percurso, aliás belas fotos e também do Rogério.

A trilha da Mamona ficou para uma próxima oportunidade.

sábado, 14 de agosto de 2010

O Dia em que Bebi Vinho com o Zeca Baleiro


 Zeca Baleiro, show Concerto no teatro Guaíra

Meu conhecimento sobre o artista Zeca Baleiro se deu a partir das músicas Samba do Aproach e Heavy Metal do Senhor. Essas duas músicas de cara traduzem o Zeca, um artista que viaja pelos diversos estilos. Assim comprei o disco Perfil Zeca Baleiro com a coletânea das preferidas, depois ganhei uma cópia da amiga Anita do disco Por Onde Andará Stephen Fry.

Tinha também o interesse por causa do violão, onde gosto de tocar Telegrama, Lenha, Heavy Metal do Senhor e Quase Nada, essa última música da nossa conterrânea curitibana, poetisa e professora Alice Ruiz.

O Zeca Baleiro algumas vezes vem a Curitiba, mas eu só consegui ver um show em outra cidade, Toledo-PR  quando passei um final de semana a serviço. Depois disso sempre teve uma impossibilidade.
Nesse dia 14 de Agosto de 2010, eu teria o mesmo problema pois faria uma cirurgia do pé bem na semana do  show "Concerto". Mesmo assim eu resolvi comprar o ingresso e iria nem se fosse mancando, contanto com a ajuda da minha querida Dore, que topou na hora, quando falei de comprar os ingressos na platéia.
E nem teve a cirurgia, por sorte do tipo ainda bem. E nós fomos ao show no sábado mais frio do inverno curitibano.
O show no teatro Guaíra, foi o show. O Baleiro tocou as músicas, como ele disse,algumas de afeto,  músicas que ele guardou na memória, como Chuva de Gilson e Joran, Autonomia do Cartola, Tem Francesa no Morro de Assis Valente, Eu não matei Joana Darc do Marcelo Nova e novas como a engraçadíssima Armário do Zeca, todas no disco Concerto.
Numa altura do show o Zeca fez um comentário sobre as músicas que tem frase estranhas, mas que estão lá por causa da musicalidade. Muitas são estranhas como "fez a via-láctea, fez os dinossauros" do Djavan,  "a minha estrada corre pro seu mar" com Marisa Monte e outras. Então ele pediu para o público falar algumas, mas teria que ser de gente boa, sem valer as  sertanejas e pagodes. E foi saindo "eu vou subir a escada para elevar a dor" da Ana Carolina, "segredos de liquidificador" do Cazuza. E  várias, até que soltei  uma " ficar entre seus rins" da banda de rock Ira!, que foi muito aplaudida.
E o show seguiu até o resultado da enquete. E não é que eu ganhei uma taça de vinho brindada com o Zeca Baleiro, junto ao palco do teatro Guaíra. É a música "Entre de Seus Rins do Ira!" que é muito ruim e olha que eu gosto muito da banda, mas parei de comprar os discos por causa dessa música, ainda bem que eu ganhei o disco acústico e a banda acabou.
Esse blog estaria um pouco fora, se não fosse a aventura de ir num show em meio a tantas situações, e não poderia deixar de comentar "o dia em que bebi vinho com o Zeca Baleiro".


sábado, 31 de julho de 2010

CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Morro Samambaia
De CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Há um tempo atrás eu conheci a Raquel fazendo o Caminho do Itupava. Ela era a guia do Roda Livre, que também organiza passeios. Na ocasião até tirei uma foto dela na ponte da Casa do Ipiranga para roda dágua. Ela também estava na lista do grupo de aventuras Altaneiros do qual faço parte, então me interessei pelos passeios  dela porque tem uma lista para o ano todo. Numa das ocasiões combinamos  em Junho/2010 de ir ao morro do Canal,  mas as chuvas do período não deixaram..
Em julho ela programou o passeio Desafio dos 03 Morros. Eu fui um dos primeiros a confirmar, só faltava o tempo ajudar.
Nesse dia 31 de julho, depois de 02 finais de semana chuvosos, o tempo ajudou. Em 23 pessoas, partindo do Shopping Muller e do Colégio Bom Jesus fomos até o ponto de inicio em Borda do Campo, perto de Quatro Barras, com a primeira pela trilha da Asa Delta em direção ao morro da Samambaia, que fica ao lado no morro do Anhangava. O morro do Samambaia substituiu o mais famoso próximo,  nas missas de 1. de maio tradicionais  na região. Uma subida leve e logo estávamos no seu topo. Com vista para a serra do Ibitiraquera que compreende o Pico Paraná e suas montanhas próximas como o Itapiroca, Caratuva, Ferradura e outras.

Morro do Anhangava
De CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Em seguida subimos pela trilha até alcançar o morro do Anhangava pelo lado norte (sem ser muito preciso nessa orientação). Há 15 anos atrás eu estive no Anhangava, fui de bicicleta com  alguns amigos, não me lembrava de muita coisa, tinha sido na época a minha primeira experiência de trilha e morro. O significado da palavra Anhangava em tupi-guarani é "morada do diabo",. Dizem que os indios ficavam imaginando com seria chegar lá em cima. Há também os ufólogos que ligam montanha a disco voadores como pode ser conferido no site Fenomenum. O morro do Anhangava é a escola dos montanhistas do Paraná. Lá como pudemos conferir o pessoal treina a escalada na rocha devido as diversas opções de vias.
Depois seguimos em direção a face sul do Anhangava para descermos. Neste lado havia uma capela e um cruzeiro onde era celebrada a missa de 1. de maio e que foi transferida para o morro Samambaia. Até então havia degradação pelo número de pessoas, cerca de 400 a cada ano, num único dia. Na face sul, eu tirei algumas fotos e tentava me me lembrar do local em que fiz as mesmas no passado. Fizemos a descida pela escada de ferro na rocha ali existente, um desnivel de quase 20 metros.

Morro Pão de Loth
De CIRCUITO 3 X 1 - O Desafio dos 03 Morros

Um pouco abaixo eu tirei algumas fotos dos grupos treinando a escalada na rocha. As 12:40 h estávamos na trilha que seguiria para o posto do IAP, o começo do Caminho do Itupava. Uma caminhada de 40 minutos  com pausa para descanso e pegamos a trilha para o 3. morro do dia,  o morro Pão de Loth. Ele é o marco do inicio da  descida da serra do mar, no Parque Estadual da Serra da Baitaca.
Nessa hora o cansaço aparecia, em quase todos,  mas a vontade de chegar ao novo local era grande. A trilha é mais fechada, comparada as anteriores.  Chegando ao topo tivemos uma bela vista do pico Marumbi e o seu conjunto de montanhas.
Um dia perfeito de tempo bom, com belas vistas da Serra do Ibitiraquera e  do Conjunto do Marumbi. Uma ótima aventura organizada pela Raquel, uma das pessoas mais querida e entusiastas dos passeios ao redor da região metropolitana de Curitiba.

Clique na apresentação abaixo para ir direto as fotos no Picasa.



sábado, 26 de junho de 2010

É o trem, é o trem, é o trem do forró - De Recife a Cabo de Santo Agostinho-PE

De É o Trem, é o trem, é o trem do forró

Eu tenho um segredo menina
Cá dentro do peito
Que a noite passada
Quase que sem jeito
Bem na madrugada ia revelar

Foi quando um amor diferente
Tava nos meus braços
Olhei pro espaço
E vi lá no céu
Uma estrela cadente se mudar

Eu lembrei das palavras doces
Que um dia falei pra alguém
Que tanto tanto me amou
Me beijou como ninguém

Que flutuou nos meus braços
Mudou os meus planos
E nossos segredos confidenciamos
Sem hesitar

laiá laiá
laiá laiá
laiá laiá
laiá laiá
laiá laiá
laiá laiá Lá....

(Confidência - Falamansa)

Esse forró pé-de-serra,  que não é de origem nordestina, mas estava lá no trem, não me sai da cabeça. Talvez porque na volta para casa ele teria algum significado.

Último dia de férias no nordeste e na programação o trem do forró que parte do Marco Zero em Recife.
Tudo começou antes da minha viagem, quando o meu amigo Marcos mandou um site sobre um trem do forró, que era uma excursão que sairia em junho de Minas Geraes até a Paraíba, pelas cidades típicas das festas juninas do nordeste como Caruaru e Campina Grande.
Duas semanas antes da viagem para Fernando de Noronha eu resolvi procurar o site no Google. Então me deparei com esse site o Trem do Forró.
Para minha sorte apesar de estar lotado consegui uma reserva e depois de pago fiquei na expectativa.
No dia 26/06, sábado, eu sai de Olinda pensando em almoçar no Mercado São José no bairro do Recife, dar uma volta na região e seguir para o Marco Zero, de onde sairia o trem. Ao chegar no mercado vi que não era o mesmo como em Curitiba, apesar de grande, os espaços de alimentação eram ao redor e não gostei muito do que vi. Então comecei a andar pela região e já pensando no local gastronômico que estava no guia de Recife, próximo ao Marco Zero. E fui andando até lá. E não achei nada, que seria perto do Diário  de Pernambuco. Fui então até o Marco Zero para conhecer o local.
Sem achar um lugar para almoçar resolvi voltar pela ponte Mauricio de Nassau. No meio da ponte olhando para trás a esquerda vi um prédio com o letreiro Livraria Cultura ao lado de um outro antigo reformado. Parecia um shopping e caminhar até lá e não achar com um sol forte do dia, ia ser duro. Ao chegar próximo, vi que era o shopping do Paço da Alfandega, que alivio um lugar para refeição e dar um tempo até as 15 horas quando começaria o evento.

As 15 horas fui até o terminal marítimo para confirmar a reserva e pegar a camiseta do passeio. Os animadores já estavam lá, recepcionando todos e a medida que o tempo passava o povo chegava,. Aproveitei para comprar o CD do passeio com diversas músicas de forró. Quando encontrei uma garota do Espírito Santo, com um véu de noiva da junina. Ela falando que no ano passado tinha ido a Fernando de Noronha e descobriu o trem mas não pode embarcar, mas esse ano ela havia voltado. Bem eu contei a minha história e fui considerado sortudo.  Aparece o trem, e fomos para o embarque. Antes disso tirei várias fotos para os grupos que estavam lá e também tirei fotos tipo modelo, dançarino do trem do forró com algumas garotas. A essa altura fui promovido a noivo, bem muitos foram promovidos.
Na saída do trem forró, um grupo de músicos em cada vagão, com venda de bebidas, 10 vagões numerados e acredito que teriam uns 15 vagões. Seguimos até a cidade de Cabo de Santo Agostinho, na velocidade de 10 km/h com previsão de chegada as 19 horas.
Cada vagão um grupo animado com músicos cantando ou só tocando os instrumentos.  Passei por todos os vagões para ver o clima. Num desses encontrei uma garota que era dançarina animadora. Na  noite anterior a vi na junina do Sitio da Trindade, dançando um forró rápido deeee qualidadeee. Aí dancei com ela. Salvou o meu forró.
Em Cabo de Santo Agostinho-PE uma área coberta e um palco com cantores, sendo 01 a cada hora. Um pouco de brincandeira junina e uma volta pelas barracas, foto de um grupo de pífanos e fui comer um pouco,. No cardápio a canjica do nordeste e uma empadinha, afinal teria mais trem do forró no retorno as 20:30 h.
Na volta fui para o meu vagão número 02 indicado na fita. Lá um grupo baiano cantando axé com uma garota fazendo performance. Até que apareceu uma dupla "muito alegre" dançando e querendo concorrer com a mulata que se requebrava. Claro o pessoal do axé não perdoou e começaram a cantar "é viado, é viado" e eles (ou elas) nem aí. Fui dar uma volta para tentar encontrar a noiva no outro vagão. Não achei e resolvi retornar ao vagão anterior.
Ao me sentar, eu puxei conversa com uma garota que era de Salvador, comentei que aquele era o vagão mais fresco em todos os sentidos, o que provocou um sorriso. Conversamos um pouco até chegarmos de volta ao Marco Zero as 23 horas onde nos despedimos.
Peguei o táxi para Olinda. No caminho resolvi desviar para o Sitio da Trindade, onde supostamente teria um show da Elba Ramalho, conforme o taxista da noite anterior. Chegando lá descobri que não teria nenhuma atração e fui fazer um lanche. Resolvi voltar para o hostel em Olinda, preparar as malas para o dia seguinte e dormir. O vôo no dia seguinte sairia as 10:00 horas.

E assim durante 08 dias passei as férias no nordeste, com direito a festas juninas. Somente lá essa festa é repleta de colorido, entusiasmo e tradição, onde o povo nordestino tem a maior identificação, coisa que no sul não se faz mais. Isto está somente nas lembranças da minha infância. Aqui temos nos contentar com o sertanejo country, a moda do momento, inserido na junina.

Que tesão de férias!

Clique no slide para ver as fotos no Picasa em tamanho maior.





sexta-feira, 25 de junho de 2010

Da Ilha de Fernando de Noronha para Olinda-PE - Férias Juninas

Neste dia de São João eu estava saindo da ilha de Fernando de Noronha para Recife e Olinda-PE. Praticamente fiquei na pousada e na Vila dos Remédios até a hora da saída. O dia tinha começado com uma chuva leve mas logo o sol se apresentou.
As 16 horas saiu o vôo para Recife que foi tranquilo assim como a saída  do aeroporto para Olinda. É sempre bom chegar numa nova cidade sem aquele tumulto do dia-a-dia para se organizar.

Em Olinda fiquei no hostel da rua do Sol , no bairro homônimo, perto da praça do Fortim.  O hostel para mim é uma opção boa e barata e normalmente são muito bons. A única decepção até hoje foi o Hostel de Maceió-AL na praia de Ponta Verde, espero que tenham feito alguma coisa por lá. Além disso você pode conhecer outros viajantes inclusive do exterior, como foi o caso desse.

Bem já era quase noite e eu queria aproveitar o máximo de Olinda. Munido de informações e um mapa fornecido pelo hostel comecei a me virar entre as subidas das rua históricas de Olinda. Já num local  próximo ,a praça do Carmo, uma movimentação para a festa junina organizada pela prefeitura. Mesmo de noite já me impressionava pelo casario e patrimônio histórico. Em meio a ruas eu queria acabar um lugar para comer,  até vi no informativo que haveria um festival do mexilhão no restaurante o Maison do Bonfim. Bem nas praias do sul, em Santa Catarina por exemplo, o festival de marisco (mexilhão) é um evento popular com muita abundância sob tendas muito grandes.
Mas voltando a Olinda, fui a outros locais como bares que teriam evento de música, mas os mesmos estavam fechados nesse dia. Sei lá! Talvez por causa do feriado de São João. No caminho, junto a um bar fui abordado por um rapaz que disse que me acompanharia falando um pouco do local, já esperava isso e até previa um guia para o dia seguinte. Em meio a histórias típicas de guia perguntei de casa de forró na região e se ele conhecia alguém venderia uma rabeca. Então o guia voluntário de nome Gibran foi me levando em meio a ruelas e becos que me causavam um certo receio, afinal tudo era novo. E fomos parar numa rua que teriam músicos mais tarde da noite. Lá eu conversei com uma senhora de nome Odete que toca tambor. Bem não era o forró. E mais a senhora estava ocupada com uma oferenda para Xangô, ou seja, um local de candomblé. Ah descobri que Xangô era São João, afinal era o dia dele.
Seguimos retornando pelas ladeiras da igreja da Sé e até cortamos por dentro de um hotel Del Rey, 5 estrelas por ali, algo que sem o guia seria impossível e voltamos até a praça do Carmo.

Lá o guia Gibran deu a dica de comer na lanchonete Sargação, muito famosa no local e com ótimos sanduíches. Nesse momento combinei com o guia de sairmos na manhã seguinte cedo, porque teria o jogo do Brasil x Portugal e queria ganhar tempo. Adiantei uma parte pelo acompanhamento. Nessa altura, eu já tinha percebido quem era o Gibran e nos caminhos que passamos todos conheciam ele. Claro que todos lá são os melhores guias e a bem da verdade se há tempo você se vira.
Enquanto estava no Sagação me lembrei que já havia lanchado ali a 05 anos atrás quando viajei com um grupo de van de Curitiba a Natal-RN. Passamos por ali no começo da noite  em direção a João Pessoa-PB. Puxa nem me lembrava mais dessa história, porque foi muito rápido, mas na época eu nem fiz questão de ver muito porque não havia tempo.
Mais tarde da noite fui com um amigo do hostel, o Cézar (baiano e professor em Salvador), até a festa junina ali próximo na rua do Carmo, próxima a beira mar. Aliás Olinda não tem praia de banho de mar.

E no dia seguinte as 8:30 h, cadê o Gibran? Sem ele segui para o centro turístico para informações. Subi a rua São Francisco a igreja do mesmo, onde há diversas capelas no seu interior, por ter sido um convento. Lá dentro até perguntei para uma senhora da limpeza, se ela tinha idéia de quantas vezes aquele local já foi limpo deste o século XV. Ela me disse que além disso tem todo o cuidado para não comprometer a pintura. Fiz várias fotos, depois segui até a Igreja da Sé de onde se vê toda a região do Recife,  por ser a parte mais alta. Dei uma volta na igreja onde está enterrado o arcebispo Dom Hélder Câmara, que teve notoriedade durante a ditadura militar no Brasil.
Fui nas lojas para turista nas proximidades e as 10 horas fui numa choperia para acompanhar o jogo Brasil x Portugal. Quer dizer o Brasil do Dunga.

Durante o jogo quem apareceu foi o guia Gibran, com uma estória do atraso, combinamos de nos encontrar depois do almoço. No cardápio peixada pernambucana, com a presença do Cézar (alberguista). Depois seguimos pelas ruas com o guia, sob desconto,  por ser só pela tarde e até finalizar na casa do cantor Alceu Valença. Na sequência fui comprar minhas lembranças, um jogo de xadrez com figuras do cangaço de artistas famosos da região e uma rabeca. A rabeca é um instrumento rústico parecido com um violino, utilizado por forrózeiros no nordeste e fandangueiros nas regiões de Iguape e Cananéia no litoral de São Paulo e Guaraqueçaba e Ilha dos Valadares no litoral paranaense.

Mais a noite fui para a festa junina em Recife, no bairro Casa Amarela,  parque Sitio da Trindade, o melhor da cidade neste período. Desse local não tenho fotos por causa do medo de me roubarem a câmera. Eu estava numa cidade grande e com todos os seus problemas comuns das capitais brasileiras.

Clique no slide abaixo para ver as fotos no Picasa.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 4. Dia - Trilha do Atalaia, Fotos Subaquáticas, Planasub, Eclosão das Tartarugas Marinhas e Projeto TAMAR

Esse último dia de passeios requereu uma disposição física bem maior que os dias anteriores.

De Trilha do Atalaia, Planasub, Eclosão das tartarugas e base Tamar

As 08:00 horas estávamos na entrada da trilha do Atalaia que é limitada a 100 visitantes e condições da trilha. Seria possível um snorkeling mas sem nadadeira. Como eu aluguei uma câmera com caixa estanque com Chico Bala (chicodive@hotmail.com -  fone (81)9636-0407 e 8608-2119), precisei também de um colete porque não se pode tocar o fundo dos corais e proporciona maior estabilidade para fotos. Foi a coisa mais certa que fiz no momento.
Uma palestra do biólogo voluntário na trilha quanto as condições, a lembrança também de que se não usa protetor solar na praia do Atalaia por causa dos corais.
E seguimos a trilha com o guia JP e mais uma outra que não recordo o nome que juntou o grupo dela ao nosso. A primeira parte é considerada leve porque é de ida e volta para praia.
Na trilha era preciso cuidado com os estrumes de vaca e caminhamos até a praia onde se avista na direita a ilha do Frade. Chegando a praia um mergulho de 30 minutos. Foi a minha 1. experiência com uma câmera na água e posso dizer que tive sorte pelas fotos que tirei, inclusive de um pequeno tubarão, como se pode ver clicando na apresentação abaixo:



Depois dessa praia retornamos a bifurcação da trilha para a parte longa de 1400 metros. Parece pouco mas nas fotos poderá se ver que não era tão moleza assim. Muita pedra oval, espinhos da vegetação e o sol a partir das 10:00 h. Outra parada para fotos subaquáticas num local que precisa ir gatinhando para não escorregar na pedra, ainda mais com uma câmera na mão. A caminhada segue até a enseada da Caieira que fica próxima do porto. No final já eram quase 13:00 horas e paramos para o almoço.
Mal deu tempo de almoçar no Flamboyant e 14:00 h estávamos de saída para o planasub no porto.
O planasub foi o passeio mais emocionante. Tudo porque não saberia como me comportaria sendo rebocado a 4 km/h pelo barco, usando somente a máscara e tentando afundar até onde os ouvidos aguentarem. sim porque puxado e fazendo a descompressão foi uma tentativa difícil.
Quando me acostumei fiz vários mergulhos e vi pessoas com cilindro embaixo, cardume de sardinhas, corais, diversos peixes, e as peças do navio greco que naufragou na década de 30 do século passado. O navio teve que ser explodido para liberar a navegação no local. Foi uma experiência única. Pensei que uma hora sendo puxado seria muito cansativo, mas foi deeeeeee qualidadeeee.
Na volta para o porto tirei fotos de uma pescaria de marlin e atuns. É possível contratar um passeio para pesca na ilha. No retorno ao bar próximo do porto soubemos por visitantes que estavam ali que haveria a eclosão das tartarugas marinhas na praia da Cacimba do Padre. Entramos no passeio daquele grupo e seguimos para lá. Essa foi a surpresa do dia que ficou registrada nas fotos.
A noite as 21:00 h, uma palestra na sede do projeto TAMAR e depois uma pizza com forró na Bar do Cachorro, na direção da praia do mesmo.

Clique na apresentação para ver as fotos no Picasa.


Constatações do viajante na Ilha de Fernando de Noronha

01- O período de Junho e Julho está sujeito a mais chuvas que ocorrem em curtos períodos mas quando voei de Recife a Fernando de Noronha, aterrisamos sob chuva.

02- O aeroporto da ilha tá precisando de reformas, e não seguiu o mesmo da Infraero, talvez por ser do estado de Pernambuco.

03- O receptivo da Costa Azul não houve estavam perdidos. E como a operadora lá é a Martur que veste vermelho não tem nada de azul.

04- De nada adiantou, só o desconto por ter reservado o passeio antes, porque em termos de programação poderia dizer que o primeiro dia ficou por nossa conta, mas preferiria que isso fosse no último dia. Na próxima vou tentar pela Atalaia.

05- Existem diversas pousadas domiciliares na vila dos Remédios, porém o café da manhã é por conta, e não há bares ou panificadoras abertas antes das 08:00 h, somente o mercado Breakfast (porque será?) que abre as 7:00 h e fecha as 22:00 h.

06- Águas límpidas, preocupação com o meio ambiente, que apesar de tudo sofre com alguns deslizes.

07- O IBAMA  passou o controle para uma ONG, a ICMBIO que faz o controle ambiental da região. Parecem bem exigentes no conceito ambiental.

08- A usina termoelétrica a diesel da ilha se chama Tubarão.

09- Existe uma usina de lixo que faz uma separação para compostagem e todo o lixo da ilha segue de navio para Recife.

10- Todo o gasto na ilha é o dobro do continente, porque os produtos vem de navio ou de avião. Mas ninguém vai ficar pobre durante as férias.

11- A taxa TAP de permanência na ilha sofre progresssão a cada dia sendo que 30 dias na ilha como turista custa cerca de 3000 reais. Aí dá pra ficar pobre passando mais de um mês.

12- Existem opões para comer com self-service, mas há também extravagâncias como comer um peixe a lá carte numa pousada a 120 reais por pessoa.

13- Fui numa missa de domingo, que teve padre, e isso é raro para os habitantes.

14- Na véspera de São João é costume no nordeste acender uma fogueira na frente de casa. Na ilha a lenha é liberada pela usina de lixo. Não é permitido fogos de artifícios.

15- Quero voltar numa próxima oportunidade de preferência com milhagens que ajudam muito.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 3. Dia - Passeio de Barco, Snorkel e Caminhada Histórica


De Passeio de Barco e Caminhada Histórica em Fernando de Noronha-PE

O 3. dia em Fernando de Noronha significa o 2. do pacote de passeios. ainda no dia anterior a Costa Azul não tinha se achado tanto que tive que imprimir o comprovante novamente.
O passeio do dia seria de barco de um extremo a outro da ilha pelo mar de dentro, saindo do porto. Um passeio de 04 horas.

Começa falando das ilhas Rasa, Sela Gineta, Rasa e segue costeando as praias do Cachorro, Boldró, Cacimba do Padre e Ilha Dois Irmãos. No percurso um encontro com os golfinhos que vem junto ao barco para distrair protegendo as fêmeas e os filhotes.
Depois uma parada na baía do Sancho para snorkelling de 50 minutos. A transparência da água é para mergulho autônomo de 30 metros se possível, faltou aqui uma câmera subaquática, aliás todo o mergulho  em Noronha requer uma câmera subaquática. Só fui descobrir o aluguel de câmera no dia seguinte com o Chico Bala (chicodive@hotmail.com), ao custo de 50 reais por dia.
Depois de quase 50 minutos saímos para o outro extremo que é a Ponta da Sapata.
Na volta algumas pessoas optaram pelo planasub de 20 minutos. O nosso planasub seria no dia seguinte com duração de 01 hora na praia do porto.
O barco seguiu até a pedra do rugido do leão. Nesse local há uma caverna subaquática, quando o mar recolhe para formar a onda aparece uma bolsa de ar na pedra, quando a onda avança esse ar é espelido pelas fendas da rocha, causando um som semelhante ao rugido do leão ("mugido" como ouvi de alguém por lá). Esse efeito aparece em outras praias como a praia do Leão do blog anterior.
Assim ao meio-dia terminou o passeio de barco. Parada para o almoço na vila dos Remédios e ás 15:30 h a Caminhada Histórica na Vila até o Forte de N.Sra. dos Remédios com o guia Messias, que se auto intitulava o en"viado", são palavras dele.
Como no 1. dia havia feito várias fotos de lá só precisava complementar com mais algumas. E também a tarde com a tormenta (uruguaia falando) surgindo, não sairiam boas fotos.

Clique no slide para ver as fotos no Picasa.




segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 2. Dia - Começa o Pacote de Passeios

De Ilha Tur

O segundo dia na ilha começaria com o primeiro passeio Ilha Tur. Esse passeio é feito via terrestre com veículo apropriado e serve para uma noção de toda ilha, passando por lugares que talvez se queira retornar. Talvez não, com certeza.
À primeira visita, para nós foi um tanto atrapalhada, uma passada na baía Sueste e depois em direção ao porto. Lá perguntaram se a gente faria o mergulho autonômo, e estávamos no passeio errado. Seguimos então para o mirante da praia do Sancho. Agora sim estávamos com o grupo certo com o guia Anderson.
Lá uma pequena trilha para fotos do alto. Depois uma descida para praia, em meio a fenda ali existente. A praia do Sancho fica próxima a ilha Dois Irmãos. Lá na praia um mergulho para curtir e algumas fotos. Encontrei o morador intruso da ilha o mocó, uma espécie de esquilo, preá ou porquinho-da-índia. Esse habitante intruso foi colocado para servir de alvo dos militares da ilha, até então o único inimigo. Nos dias de hoje não se atira mais nesse bicho, então passou a ser uma praga que se alimenta principalmente dos ovos de tartaruga.
Depois do almoço no Flamboyant na vila dos Remédios teríamos logo o compromisso para mergulho de snorkel na praia de santo Antonio próximo ao porto, Nesse local pude ver vários peixes e tartarugas, além de lagarta de fogo em meio aos recifes. Essa praia tem destroços de um navio greco naufragou ali mesmo e foi explodido para liberar a navegação local, mas essa história vai ficar para o dia do planasub.
Saímos para o local perto do porto onde fica o Buraco da Raquel. O Buraco da Raquel é uma rocha com uma gruta na beira da praia. Diz o guia que a Raquel era uma filha do militar da ilha responsável pelo presídio, trilha problemas mentais e quando fugia, se escondia nessa pedra. Os soldados já sabiam onde ela se escondia. Outra parte da lenda diz que era o local onde ela seduzia os soldados. Histórias que contam lá.
Logo ali perto fica o museu dos tubarões, onde no pátio em frente tem esculturas que lembram os animais da região e se tira fotos bem engraçadas. No museu, ossadas de diversos tubarões e fotos com descrições. Uma loja ao lado de lembranças do museu e uma lanchonete bem adequada porque serve petiscos de tubarão, isso mesmo afinal é um peixe.
Saímos para outra parte da ilha na praia do Bode, lá ficamos um pouco só para fotos, porque entrar na praia ali não era muito aconselhável pelas correntezas e ondas variadas, boa para o surfe.
Já era meio da tarde e fomos para a praia do leão onde tem uma rocha na frente que lembra um rinoceronte. A batida das ondas na rocha causam um som que lembram o urro do leão. O leitor vai ver muito que as praias tem nomes de bichos nos blogs dessa sessão sobre a ilha.
Seguimos depois para praia Sueste onde é a morada das tartarugas. A água lá estava turva por causa de um mangue próxima então a visibilidade para snorkel não era boa. Entrei na água um pouco, tinha muita alga na beira o que na minha saída quase pisei num cação (tubarãozinho). Até queria mergulhar de snorkel, mas teria que ser de colete porque não pode tocar o fundo e o grupo que eu estava não tinha tanta disposição para ir junto uns 100 metros a frente.
Mais tarde fomos ao local onde deu o nome a praia da Cacimba do Padre. Havia um padre que morava nessa região. Certo dia ele viu uma nascente próxima a sua casa e começou a cavar. Essa nascente deu origem a um poço de água doce que abastecia a ilha, e conta com aproximadamente 20 m de profundidade, hoje tampado em desuso. O poço era a cacimba do padre, que deu nome a praia próxima famosa pelos campeonatos de surfe, com ondas de 3 metros de altura.
Uma caminhada na praia e estávamos do lado direito da ilha Dois Irmãos. Nesse local nos próximos blogs terá a eclosão das tartarugas marinhas. Passamos um morro e estávamos numa prainha com piscinas límpidas, próximo a baía dos Porcos.
Final de tarde fomos para o pôr do sol no mirante do Boldró. A noite um café com tapioca na praça da vila dos Remédios.

Clique no slide para ver as fotos no Picasa.




domingo, 20 de junho de 2010

Ilha de Fernando de Noronha 1. Dia - Por Conta do Visitante


De Fernando de Noronha no 1. dia

Há 02 anos atrás quando fiz uma viagem com a TAM para os Estados Unidos, eu já projetava essa outra viagem devido as milhas que conseguiria no valor de 10.000 e juntaria mais 10.000 para uma viagem para qualquer lugar do Brasil.

Como a milhagem venceria no mês de maio teria que fazer uma viagem até julho. Preferi então juntar as belezas da ilha de Fernando de Noronha com o período das festas juninas, outra idéia de 05 anos atrás quando conheci o nordeste começando por Natal-RN, mas para isso mais 10.000 milhas.
Assim, parti no dia 19/06 rumo a ilha de Fernando de Noronha, o período anunciava chuva nesse dia, e a chuva foi implacável nos estados de Pernambuco e Alagoas. Para minha sorte cheguei em Recife depois da chuva, mas com atraso, porque ela se estendeu até o Rio de Janeiro, segurando lá o voo da Trip para Noronha.
A chegada ao aeroporto de Fernando de Noronha foi sob chuva fina, mas o avião é apropriado para o tipo de pista.
No receptivo da Costa Azul no aeroporto já notei que eles estavam perdidos o que na sequência causaria uma certa confusão. A Costa Azul é uma das empresas de turismo que fazem os passeios na ilha. O contato é a Target em Recife através do site (clique aqui). Foi uma das dicas do Daniel um amigo (Lavai Lama Bikers) que esteve na ilha em Fevereiro de 2010 e teve a impressão que seria melhor. A Costa Azul é boa, atenciosa mas estava perdida nas informações. Pro meu azar esqueci o comprovante de pagamento do passeio, mas nada que a Internet naquele momento não providenciasse.
Então fui rumo a pousada da Iris, que foi outra dica do Daniel, uma pousada domiciliar com frigobar e ar-condicionado, menos café da manhã.
Horas antes tinha chegado uma amiga também de Curitiba, Simone, que sabendo da minha viagem, pediu para me acompanhar no mesmo período. Ela também não estava na lista do receptivo apesar de ter o comprovante em mãos.
Como já era noite teríamos que aguardar o dia seguinte para saber do passeio, porque havia uma previsão de chuva, que na verdade a operadora estava lotada de passeios e como tinhamos um dia a mais na ilha eles nos colocaram no seguinte.
Assim no dia seguinte tirei as primeiras fotos, fui para o café na cozinha da pousada Golfinho, onde estava a Simone. Detalhe o café a gente compra no mercado e prepara na cozinha mesmo, isso todo dia, porque a Vila dos Remédios não tem panificadora que abre antes das 8:00 horas quando começam os passeios.

Na programação do dia ver como ficou a reserva dos passeios, caminhada nas praias próximas como a da Conceição, do Meio e do Cachorro para banhos de mar, almoço no Ousadia e jogo do Brasil x Costa do Marfim no Ginca Bar, um bar bem bacana na Vila dos Remédios. A noite uma caminhada até a igreja N.Sra dos Remédios e missa as 20:00 horas, com a presença inédita de um padre e vários turistas potiguares, gaúchos, italianos e catarinenses e curitibanos.

Clique no slide para ver as fotos no Picasa. 




domingo, 2 de maio de 2010

Bombinhas-SC Fora de Temporada

"aqui nesta pedra alguém sentou
olhando o mar
o mar não parou pra ser olhado
foi mar pra tudo quanto é lado"

Paulo Leminski



Quando estivemos em fevereiro de 2010 no Salto da Fortuna, o Sergio Riekes fez um convite para irmos a Bombinhas no dia 01 de Maio. Era um falso feriado que cairia num sábado. No momento não pensei muito,  porque começaria o frio e a praia de Bombinhas me atraía por causa do snorkeling, e no frio já se sabe.
Inclusive a minha amiga Marcia iria junto, já havia feito a reserva uma semana depois. Daí até me interessei e lembrei da trilha da praia da Tainha, que eu ainda não conhecia.
Três semanas antes a Marcia desistiu por causa do trabalho, então fiquei pensando: Será que eu vou? Acredito que sim, ainda mais se o tempo colaborar. Uma semana antes do passeio, já havia feito com o Heron e o Sérgio um passeio de bicicleta entre Campo Alegre e Corupá-SC.
Então a previsão prometia um tempo bom e na sexta-feira como combinado subi no ônibus na frente do Shopping Curitiba e seguimos viagem, mas antes um city tour no bairro Prado Velho, que até agora não entendi (?!).
Chegamos em Bombinhas quase as 23 horas e fomos bem recepcionados pelo Ademar e esposa para um jantar de sopa anholini de frango e outro de frutos do mar, esse último novidade. Tinha uma caipirinha tipo self service, ou seja limões cortados, açúcar e cachaça que você mesmo prepara.
No dia seguinte café a partir das 8 horas e caminhada na sequência até o morro do Macaco e a praia da Tainha. Antes mesmo do horário do café tinha gente esperando. Logo saímos pela praia de Bombinhas em direção a  Mariscal até o acesso ao morro do Macaco e a praia da Tainha, confesso que esse percurso eu nem senti. Quando estive numa segunda vez em Bombinhas eu tinha entrado de carro nessa praia, mas a praia do Tainha nem se falava e acredito que nem tinha casas por lá.
Subimos o morro, pagamos a taxa de 2 reais para a trilha até o mirante onde tem-se uma bela vista  e  muitas fotos. Depois descemos até ao inicio da trilha que liga a praia de Canto Grande, de Dentro, enquanto isso tinha um pessoal na praia da Tainha. A trilha é muito bonita e leve, considerando outras trilhas desse blog. Uma vista para fazenda de marisco e até comentei que uma mariscada na volta não seria nada mal. Na praia de Canto Grande o retorno de ônibus, afinal já era hora do almoço. No almoço, entrada de mariscos ,o suficiente para começar um sambaqui, a Maristela que o diga pela foto do Heron. Depois uma roda de violão com o Sergio, mal sabia ele que este blogueiro também tocaria a noite. A tarde um descanso porque a noite às 19 horas tinha uma compra de presentes, alegria do dono da loja em pleno feriado,  para o amigo secreto aos contrários, aquele que você tira o presente, mas o seguinte poderia trocá-lo por qualquer um já aberto.

Muita risada nessa hora, a Débora com seu presente causou diversas decepções, porque todos queriam ele. Como o Heron foi o primeiro e não ficou com o presente seria o último a escolher e na hora da troca, com o  filho do Mauro que fez a cara do Gato de Botas do Shrek, aí não tinha como trocar. Depois uma brincadeira de passar a bexiga comprida em roda de uma pessoa para outra, só com as pernas enquanto a música tocava o que rendeu muitas risadas.
No dia seguinte outra caminhada até a praia de Quatro Ilhas e na volta a praia da Sepultura. Enquanto o pessoal caminhava, eu fui fazer snorkeling pela praia da Sepultura, estava um pouco frio, mas consegui ir e voltar pela praia no período de 01 hora e meia. Essa história de snorkeling começou há 10 anos atrás lá perto na ilha de Porto Belo. Depois voltei para praia de Bombinhas, para outro almoço daqueles.
Chegando a tarde marcamos de sair às 16 horas para Curitiba numa viagem que terminaria em Curitiba por volta das 23 horas devido a congestionamento de queda de pista na estrada.

E viva o sol que nos presenteou com um belo final de semana e viva as pessoas que brincaram o tempo todo, foi deeeeeeee qualidade.

Nas minhas fotos a seguir mais a caminhada para o Morro do Macaco.


Nas fotos do Heron todo o passeio.


quarta-feira, 21 de abril de 2010

Campo Alegre a Corupá-SC, Onde o Trem Maria Fumaça Faz as Curvas


De Campo Alegre a Corupá - SC

"Feriado perna curta esse de 21/04, mas tava valendo." Essa foi a frase da semana e como tal valeria um cicloturismo serra abaixo numa das regiões da serra catarinense a 200 km de Curitiba.
Saímos com o Heron e o pessoal da caixa d'agua do Alto da XV em direção a Campo Alegre-SC. Durante a semana havia dúvida, se não fiz esse passeio antes, por causa da proximidade com São Bento do Sul, mas lá o passeio foi feito pela Estrada dos Bugres.
Chegando em Campo Alegre-SC um café na panificadora e saída para a estrada de chão, que teve 8 km de uma subida leve.
O detalhe dessa região é a serra catarinense e a estrada de ferro que liga Rio Negrinho a  Rio Natal onde uma vez por mês, na primeira semana, faz um passeio com o trem Maria Fumaça, conforme o link aqui. Por diversas vezes o percurso cruzou a linha de trem.
A melhor parte é a descida e começamos na região Rio Vermelho, pertencente a S. Bento do Sul em direção a uma igreja. Depois subindo até Rio Natal outra localidade para chegar até outra  conhecida como a igreja de pedra. Esta igreja de pedra aparece também no link da Estrada dos Bugres, mas naquele percurso a partir de São Bento tinha uma subida muito forte. Durante o percurso várias fotos do morro conhecido como Morro da Igreja.
Depois da igreja de pedra a descida até um recanto para um almoço programado. Dessa estrada em diante o acesso é o mesmo para Corupá.
Em Corupá um lanche noutra panificadora e retorno para casa que começou as 8:00 da manhã e chegou a Curitiba as 19:40 h.




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