domingo, 20 de dezembro de 2009

Cicloturismo da Bikesul - Destino Buraco do Padre via Fazenda Demeterco



Neste momento que eu escrevo acredito que hoje dia 20/12 foi a última pedalada de 2009.
Na proposta do Gestennberger da Bikesul saimos as 8:00 horas até um trecho na BR 376 sentido Ponta Grossa-PR, com parada logo depois do segundo pedágio na entrada para a fazenda de cavalos Crioulo do sr. Demeterco.
O percurso de aproximadamente 50 km que foi feito em meio a estradas rurais, algumas com tanta areia que uma hora ou outra a roda da bicicleta afundava e tinha que empurrar . E assim a chegada a fazenda de gado e também de cavalos da raça crioulo e a travessia do trecho da plantação de pinus, até a estrada de asfalto no distrito de Itaiacoca.
Depois que chegamos ao asfalto eu nem reparei mas havia passado próximo da entrada da cachoeira dona Mariquinha, mas não seria dessa vez que conheceria este local.
No asfalto uma parada no Bar dos Amigos para hidratação a base de levedura e a pergunta: Cadê o Noguemar? Custou três cervejas entre eu, a Ju, o Kão, a Liz, o Eliseo e o Rafael. E não é que o Nogue errou o caminho numa das curvas.
Depois da chegada do perdido um pouco de asfalto e nova estrada rural para o Buraco do Padre.
Chegando no local a minha proposta: no meio da trilha subirmos o morro para vermos o local por cima, claro que sob protestos, afinal depois de 48 km de pedalada uma subida de 15 minutos não é fácil.
Na volta, 5 minutos para descer e seguir a trilha até o salão do famoso Buraco do Padre.
No começo da noite fomos a colônia Witmarsum para uma refeição tipíca alemã no Restaurante Colonial e Pousada Bela Vista.

Lavailama: Juliana, Lizandra, Tania, Noguemar, Mauricio (Maumau), Eliseo, Rafael e Edson (Kão).

Nota: o Buraco do Padre é uma furna localizada em Ponta Grossa-PR próximo a estrada que liga ao municipio de Itaioca. O nome se deve a presença dos padres jesuítas na região que dizem faziam orações neste local. A região pertence a uma propriedade particular que deveria ser um RPPN - Reserva Particular do Patrimônio Natural, que recebeu benfeitorias no passado para favorecer uma exportação de produtos para o Japão, por uma cláusula exigida por eles. Passado a necessidade o local ficou abandonado e dependente dos seus visitantes que nem sempre cooperam.

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