sábado, 28 de março de 2009

Salto dos Macacos

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A visita ao Salto dos Macacos me fez recordar um passeio da turma do 2. grau de CEFET-PR no ano de 1987. Nós havíamos organizado um grupo que iria de trem pela serra do mar até a estação Engenheiro Lange. A idéia era acampar na serra e ir ao Salto dos Macacos. Desse grupo faziam parte eu, Lauro e o Edson (Padre). Na saída de Curitiba começou a confusão por parte da rede ferroviária. Não queriam deixar eu embarcar por ser menor de idade, naquele tempo quem tinha 17 anos não poderia viajar sem autorização. A minha bronca era que a passagem me foi vendida sem perguntarem se eu tinha idade para comprar. A partir desse momento eu estava marcado pelos funcionários da RFFSA pelo resto da viagem. Uma amiga do grupo se responsabilizou como professora da turma. Ela era professora mas não a nossa, o que foi uma mentira boa, e lá fomos no último vagão.
Durante a viagem tudo era brincadeira, com jogos de cartas e muitas músicas e piadas. Eu já havia feito essa viagem e durante as passagens nos túneis tudo ficava escuro, porém nesse nosso vagão a luz estava acesa o tempo todo. Até que antes da Estação Marumbi, no último túnel eu resolvi apagar a luz do vagão, já sabia onde era a chave. Para o meu azar os fiscais do trem estavam no vagão e me pegaram, separando do grupo, e me levaram pro 1. vagão que era dos produtos de venda no trem.
O grupo que ficou em Eng. Lange, eu segui para Morretes onde supostamente iria para a delegacia (tudo invenção). E fiquei com a professora e sua filha por lá até retornar a Curitiba. Fui encontrar a minha turma na segunda-feira no CEFET-PR e soube que não acamparam por causa da chuva que caiu no dia.

Passado todo esse tempo, hoje véspera do aniversário de Curitiba fui conhecer o Salto dos Macacos com um grupo que faz caminhadas na região metropolitana. São 3,5 km da casa do IAP para quem vai de carro até lá. É a mesma casa que faz a verificação das pessoas que descem a serra pela caminho do Itupava. Uma notícia me ocorreu pela dificuldade, para se ter uma idéia tempos atrás um grupo ficou preso porque choveu (fazendo a cabeça d'água) e um rio ficou impossível de atravessar, tiveram a ajuda do corpo de bombeiros.
Na foto acima o Salto dos Macacos, que é uma cachoeira de uns 70 metros que desce até uma lage de pedra (tobogãs) formando algumas piscinas e seque para outro salto de onde se avista o conjunto de montanhas do Parque Marumbi, uma vista e tanto. Nesse dia (veja as demais fotos) o corpo de bombeiros fazia um treinamento no local. Aliás, bem necessário, porque o fluxo de turista é grande e os acidentes ocorrem.
Da nostalgia ficou, que hoje se você quiser descer a serra de trem vai pagar um valor de quase 500% do valor da época, para um serviço que melhorou um pouco e não justifica o valor, os trens e vagões são os mesmos, com alguma reforma. Depois da privatização, muito se perdeu, como o casario do trecho da estrada que foi abandonado pela ALL, uma grande perda. Aliás a privatização das ferrovias, mal formulada, permitiram essas e outras barbaridades aqui e em outras regiões do país. Permanece a beleza da natureza proporcionada por conhecidos e anônimos, numa época em que o Brasil ensaiava um desenvolvimento e interrompeu-se no século seguinte com a nossa falta de senso de país como Nação.

domingo, 15 de março de 2009

Gruta de Lancinhas





Depois de um sábado muito bonito no Paraíso das Trutas, o Marco Tramujas me contou que tava indo para a Gruta de Lancinhas em Rio Branco do Sul-PR no domingo. Fiquei animado e até duvidei mas ele disse que já conhecia. Pena que a Flaviane não foi, mas era demais para um fim de semana.
A gruta de Lancinhas é um local avaliado pelo governo, possui até projeto de remanejamento, mas não pode ser aberta a visitação.
Prá começar requer de uma pessoa um preparo físico para passar os obstáculos. não possui abismos, mas um acidente lá tem resgate muito difícil. A entrada é difícil, através de uma fenda que só uma pessoa que conhece pode entrar primeiro, porque os próximo passos lá dentro é risco de queda; tem um rio e um dos caminhos para o interior é muito estreito , uma passagem quebra corpo.
Nas fotos de cima para baixo a entrada, o interior com o rio, a fenda quebra corpo e a parada para o lanche no último salão. Na última foto depois de 03 horas todo mundo sujo com os amigos Maumau, Rosane, Nicole, o sobrinho do Marco que não me lembro agora, Marco Tramujas e seu irmão Álvaro.

domingo, 8 de março de 2009

Cicloturismo São Bento do Sul - Corupá em SC


Já havia feito um passeio prá Colombo-PR com o pessoal da Associação COPEL, mas este com o Gestennberger, eu ainda tava curioso.
Fomos para a Estrada dos Bugres (Vale dos Perdidos), numa estrada rural que liga São Bento do Sul a Corupá em Santa Catarina.
Tudo bem organizado, aliás o Gesten tem essa fama. Foi um passeio de 56 km, choveu um pouco, tinha subida e descida com pedras que era arriscado soltar a bicicleta, a Flaviane disse que preferia descer empurrando...he he he.
No final banho e jantar no Tureck. Havíamos saído as 11:30h do posto no trevo de São Bento e chegamos as 17 horas no hotel. O tempo de pedalada foi 3:40 h. Parece uma conta errada mas foi de pedalada.
Quer ver mais fotos do passeio: cicloturismo

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